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portugal dos pequeninos

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Costa e os pombos

João Gonçalves 17 Ago 14

 

O presidente da Câmara de Lisboa, em "tempo parcial", proclamou há dias possuir uma "visão estratégica" para o PS, primeiro, e para o país, a seguir. A dita "visão" é um conjunto de banalidades de entre as quais, prudentemente, não constam demasiadas elaborações sobre as finanças públicas ou as "alianças". O dr. Costa, ao contrário do que a propaganda amiga sugere, não congrega nada: mete avulsamente no bolso meia dúzia de irrelevâncias que, só por isso, passam a ter um estatuto de "aliados". Nunca é o Bloco, o PC, o PSD ou o CDS. São criaturas espúrias que pertenceram ou pertencem àquelas agremiações e que Costa, conforme as circunstâncias, exibe a seu lado para as anular. Sabe que o país nunca lhe dará, nem a ele nem a ninguém, qualquer maioria absoluta a qual duvido possa ele sequer obter junto de militantes e simpatizantes em Setembro. Costa é um político de salão, filho do regime, que conhece o resto do país pelo telefone e de umas aparições enquanto MAI por causa dos fogos. Só agora, e porque Seguro não lhe entregou o poder de mão beijada, anda a ser "mostrado" pelos fiéis do "interior" norte e sul. Mas, dizia eu, o homem diz ter uma "visão estratégica". Ora se nem sequer tem, por exemplo, uma para tratar a praga dos pombos de Lisboa (e das malucas e dos malucos que os alimentam porcamente por todo o lado), como é que quer que se acredite nele para a pastorícia nacional? Dizia Ary dos Santos, nuns poemetos revisteiros, que "estes pombos de Lisboa, quem os conhece sou eu". Quem é que os pode apresentar ao dr. Costa?

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