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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

RAZÕES PARA NUNCA O ESQUECER

João Gonçalves 12 Dez 11

«Não passou pela preocupação de José Sócrates que toda a dívida tem de ser paga – ela e os juros associados –, que dívida em cima de dívida gera dívida insustentável e que chega um dia em que quem nos empresta dinheiro tem medo de não receber o que emprestou e, nessa altura, corta-nos o crédito ou passa a emprestar-nos em condições incomportáveis. Daí à bancarrota, vai um passo curto. O passo que representa um sinal exterior de irresponsabilidade. Foi o que sucedeu sob a liderança de José Sócrates. Agora ele saiu e está pessoalmente bem, mas cá continuamos nós, colectivamente mal e a pagar a factura das suas leviandades. Foi este homem que nos governou durante seis anos. Dando sinais errados e perigosos para as famílias, as empresas e o país. Por isso, a poupança diminuiu, a produção não aumentou, a produtividade baixou, o défice de competitividade agravou-se e pagamos agora, com língua de palmo, as fantasias da ilusão e da facilidade. Até agora este homem tinha pensado e agido desta forma. Agora, confessou-o mesmo e ainda por cima sem mostrar ponta de arrependimento. Mais uma razão para nunca o esquecer. O homem e as consequências do seu pensamento. Especialmente quando ele quiser regressar.»

Luís Marques Mendes, CM

O REGRESSO DE ZORRO

João Gonçalves 8 Dez 11

A não perder, no Telejornal da RTP. E assim sucessivamente.

UMA TRAGICOMÉDIA

João Gonçalves 7 Dez 11


«Para pequenos países como Portugal e Espanha, pagar a dívida é uma ideia de criança. As dívidas dos Estados são por definição eternas. As dívidas gerem-se. Foi assim que eu estudei.» Como diria Shakespeare, eis o mais recente herói da esquerda moderna portuguesa (e ícone de seis anos de PS no poder), qual Iago com o pé em cima do peito de Otello. Na "realidade", Portugal faz de Otello na iluminada cabeça da criatura. Seria cómico se não fosse trágico.

A TRALHA

João Gonçalves 1 Dez 11


«O PS andou aos ziguezagues quanto ao voto no Orçamento do Estado e lá chegou à abstenção com a contestação de uns quantos deputados que representam a herança de Sócrates na bancada. Queriam que o PS votasse contra porque acham o OE mau mas, sobretudo, para se demarcarem da actual liderança. A ‘jogada’ não tem mal nenhum. O que é mau é que simbolizem o prolongamento do ciclo mais lamentável que o PS teve desde sempre. Que representem com total impunidade a execrável herança deixada no País e no PS. Que sejam a face do puro amiguismo como forma de fazer política. E que Seguro não consiga despachá-los para junto do querido líder, no seu exílio do bem-bom parisiense.»

Eduardo Dâmaso, CM

PONTO, CONTRAPONTO

João Gonçalves 21 Out 11

«Nós chegámos perto da bancarrota com uma política orçamental em 2008, 2009 e 2010 que foi suicidária e anti-nacional. Em Junho de 2005 eu chamei à atenção que se não controlássemos a dívida pública e o défice público teríamos ‘spreads’ a subir, mais tarde ou mais cedo, e que isso teria consequências para o financiamento da economia e para o financiamento das famílias». Mas nessa altura "reinava" no Governo Sócrates o super-ministro Costa que, cedo, começou a "explicar" aos seus colegas que, com Campos Cunha, "não iam lá". Aí foi chamado o orador de sapiência que ontem as televisões exibiram como um verdadeiro herói nacional. Foram "lá" - com ele e de que maneira - já com o referido Costa prudentemente fora do barco. Ponto, contraponto.

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