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portugal dos pequeninos

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OS NEOCON

João Gonçalves 29 Jun 08


Segundo o Público, «a organização da marcha [gay pride "à portuguesa" que costuma juntar umas centenas de "activistas" e de compagnons de route "correctos" em concorrência com os "arraiais populares"] não se fez sem alguma controvérsia. A adesão ao desfile do recente grupo Poliamor - que defende o direito a formas diversificadas de relacionamento, incluindo as não monogâmicas, desde que assentes no respeito e na sinceridade - não foi bem acolhida por todos, revelando algum conservadorismo de um movimento que combate a discriminação.» Quem diria. Esta maricagem associativa mistura pseudo-intelectuais "chiques" com o "Lumpen" dos subúrbios. Ao pretender institucionalizar, impor e "folclorizar" relações que não possuem a menor relevância social ou cósmica, como são as que ocorrem entre "samesexers" ou outras quaisquer, emerge apenas como uma ridícula caricatura. E é, afinal, um produto neocon. Con de parvos, naturalmente.

8 comentários

De Anónimo a 29.06.2008 às 20:34

Há bocado era "sexismo associativista", agora é "maricagem associativa". O terror dos "grupos sociais". Se são afinal meros grupúsculos folclóricos, devia repensar a sua obsessão por eles. Podia ser que descobrisse umas coisas engraçadas.

Catarina

De Anónimo a 29.06.2008 às 23:03

Mais um exibicionismo folclórico de quem necessita de fazer desfiles para se afirmar e ser falado. Eles querem ser diferentes, mas afinal realmente pretendem ser iguais: eles querem filhos que não podem ter, eles querem o casamento como se socialmente fossem relevantes e .. não são.
São pobres palhaços num circo pouco exigente. A audiência é reduzida e sofre de uma modernidade parola e decadente.

De bento a 29.06.2008 às 23:14

»»»»»[...]relações que não possuem a menor relevância social ou cósmica, como são as que ocorrem entre "samesexers" ou outras quaisquer[...]«««««««««««««««««««««««



"Outras quaisquer"?
Como assim? Com certeza que não se está a referir às relações heterossexuais!
Ficamos em quê, na zoofilia e necrofilia?

V é um grande fantasista...

De João Gonçalves a 29.06.2008 às 23:16

Era precisamente a essas que me estava "a referir".

De Cáustico a 30.06.2008 às 17:54

Sou duma região deste desgraçado país onde se cultiva o "pão, pão... queijo, queijo".
Por isso, os termos gay, homossexual, maricas, lésbica, invertido, não contam para mim. O termo que sempre usei e usarei, para referir certo tipo de tarados, é o de paneleiro, quer se trate de homem ou de mulher.
Médico amigo explicou-me que a paneleirice constitui um distúrbio orgânico provocado pela alteração da proporção das hormonas masculinas e femininas que existem em todo o ser animal. Nos machos preponderam as hormonas masculinas, nas fêmeas as femininas. Quando, por qualquer razão, se altera a proporção correcta, os machos efiminam-se e as fêmeas masculinizam-se. Estamos, assim, perante uma doença. Sim, porque é de uma doença que se trata.
Sabe-se que a medicina procura combater todas as doenças. E porque não esta? Porque razão os paneleiros não se socorrem da medicina para o restabelecimento do seu equilíbrio hormonal?
Porque preferem o espectáculo degradante e nojento de se exibirem em todo o lado?
Que diriam eles se seres humanos, a cheirar mal até à náusea,se aproximassem deles?

De Anónimo a 30.06.2008 às 19:06

"O termo que sempre usei e usarei, para referir certo tipo de tarados, é o de paneleiro, quer se trate de homem ou de mulher", diz o cáustico.
Ora, eu acho que, no caso de mulher, deverá ser paneleira, não?

De Anónimo a 30.06.2008 às 22:06

Para o anónimo das 5.54

Então o que tem você a dizer dos paneleiros que andam por aí cheio de músculos e que possivelmente possuem uma figura mais masculina que o senhor? E quanto a outros que andam todos testosteronizados para mostrar o cabedal? Você ao pé deles deve ser quase uma gaja!

De Cáustico a 03.07.2008 às 15:46

Se um paneleiro tem muitos músculos não deixa, por esse facto de ser paneleiro.
Os verdadeiros homens não se distinguem pela aparência, pelos músculos, mas pelo cérebro que têm, pelo seu comportamento, pelas sua acções.

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