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"Os tempos são ligeiros e nós pesados porque nos sobram recordações". Agustina Bessa-Luís
João Gonçalves 2 Mai 06
Ainda da programação de António Lagarto, estreia amanhã no Teatro Nacional D. Maria II a tragédia Medeia, de Eurípedes. A tradução é de Sophia de Mello Breyner, a encenação de Fernanda Lapa e a cenografia de António Lagarto. Medeia, princesa da Cólquida, trai a pátria e o seu pai por causa da paixão pelo herói grego Jasão. Forçada a deixar o país, instala-se com Jasão em Corinto. Corinto e o seu rei Creonte simbolizam a "ordem nova" e Medeia é "trocada" pela filha de Cronte que casa com Jasão. Repudiada e sozinha, Medeia vinga-se matando os filhos que gerou de Jasão, o Rei Creonte e a sua filha. O castigo é o seu sofrimento "mortal". Medeia, na sua agonia "humana", acabou por vingar os deuses desafiados. Continua a ser uma bela lição.Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...
Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...
Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...
Talvez fosse escusado ter iniciado por "Ainda da programação de António Lagarto". Ostensivamente subliminar, mas enfim.