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"Os tempos são ligeiros e nós pesados porque nos sobram recordações". Agustina Bessa-Luís
João Gonçalves 12 Ago 13
Perpetrar "cortes" em pensões de três dígitos brutos, a partir dos seiscentos euros, é uma barbaridade social e económica. Para além disso, ao saber-se que a barbaridade se arrastará pelo menos até 2020, quando os "autores" da "obra" estarão a circular por clausuras mais amenas do que as do "serviço público", torna a coisa mais desagradável do que ela já é. Mas esta é uma das alíneas da "reforma do Estado" que aparentemente deixou de ter "linhas vermelhas" nas quais nunca acreditei - nem na "reforma" nem nas "linhas". Os "cortes", por definição, não exigem pensamento a não ser o que calcula, na expressão de Heidegger. Por outro lado, e no contexto de "país de programa", seria inadmissível que fosse dado lastro à original iniquidade em que, quer no activo quer na reforma, o "sistema" espolia mais os por conta de outro (ou seja, salários e pensões) do que aqueles que auferem outro tipo de rendimentos. É uma espécie de neoliberalismo socialista - mais "socialismo" para os mais ricos e mais "mercado" para os mais pobres.
Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...
Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...
Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...
CHEGA!!!