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"Os tempos são ligeiros e nós pesados porque nos sobram recordações". Agustina Bessa-Luís
João Gonçalves 22 Mai 13

Diferentemente do José Paulo Fafe, fui relativamente "próximo" de Francisco Lucas Pires. Foi meu professor, duas vezes, no princípio e no final do curso de direito. Li-o e estudei os seus textos com a devida atenção. Ofereceu-me o seu livrinho que reunia ensaios políticos de 75-76, A Bordo da Revolução. Estive com ele nas "europeias" de 1987, as primeiras, e um acaso juntou-nos na véspera do seu estúpido desaparecimento. Dito isto, não diria melhor que o Zé Paulo. «Cumprem-se já quinze anos sobre a morte de Francisco Lucas Pires. Um desaparecimento súbito de alguém que aliava uma forma superior de estar na política com um notável conhecimento das coisas e das gentes. Quem minimamente o conheceu saberá que é de profundo mau gosto cair na tentadora comparação com a generalidade dos actores que povoam hoje a nossa cena política. Definitivamente, Lucas Pires foi um "príncipe" do nosso regime, alguém que soube como poucos fazer política com inteligência, respeito e uma tolerância própria de quem a entende como uma arte. É alguém de quem, mesmo não tendo sido próximo, sinto muitas vezes saudade.»
Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...
Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...
Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...