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"Os tempos são ligeiros e nós pesados porque nos sobram recordações". Agustina Bessa-Luís
João Gonçalves 1 Out 12
As moções de censura ao governo do Bloco e do PC, para além do ruído, apenas revelam o desgraçado irrealismo em que vivem aquelas almas. No momento em que começa uma nova sessão legislativa, esta gente resolve armar um espectáculo com cerca de três horas de duração e com desfecho anunciado. Este voluntarismo inconsequente mostra uma esquerda sem mundo, paroquial e ensimesmada, que teima em ignorar o "estado da arte" doméstico. Vai longe.
Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...
Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...
Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...
De um lado uma esquerda perdida algures em 1917, em cuja essência está a destruição do modelo de sociedade que lhe dá, entre nós, uma dimensão eleitoral arrepiante (o povinho, boa gente que seja - coisa discutível - não é especialmente dado a afastar a estupidez; e quanto mais desesperado pior).
Do outro lado um governo em que, se bem percebi o que - confesso, desatento - esta manhã pude ouvir, o ministro das finanças pela terceira vez adia sem mais uma audição no parlamento.
De um lado os sovietes. Do outro um governo que não explica, não demonstra, não justifica. Adia, falta. De um lado as massas incitadas ao quanto pior melhor, à miséria não por inevitabilidade mas por projecto militante. Do outro, o desnorte.
É de ter medo, de facto, medo do que aí vem. Já não é do que "pode vir". É do que vem.
Costa