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portugal dos pequeninos

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CONVIDO

João Gonçalves 24 Mar 11



Todos os leitores, anónimos (não os canalhas) e não anónimos, a aparecer. «Que se não diga que não pertence ao mundo/quem, porque lhe pertence, não aceita ordens/ das sociedades de socorros mútuos/ a que não pertence.» (Jorge de Sena, Dedicácias). Nada disto teria sido possível sem a Teresa e o seu entusiasmo imediato. E sem a Tânia Raposo, da Guerra &Paz. Agora que, como escreve Fernanda Botelho, tudo começa a "esboroar-se rapidamente", estes gestos são fundamentais.

6 comentários

De Anónimo a 24.03.2011 às 12:38

Lá estarei.

De Anónimo a 24.03.2011 às 17:28

Não vou poder ir ( sou daquilo a que vocês chamam "província"). Mas ainda assim obrigada pela gentileza do convite. As maiores venturas.

De Anónimo a 24.03.2011 às 20:24

Pois, João, mas era de ter pedido à G&P um indicezito remissivo, não? O livro até é curtinho, caramba!

De info a 24.03.2011 às 22:47

Foi-me impossível, caro João. Espero que tenha sido um sucesso. Vou ficar sem autografo.
Forte abraço

De Anónimo a 25.03.2011 às 12:39

Lamento não ter podido ir, mas garanto-lhe que lerei o livro que, estou certo, me agradará.
Sendo eu um dos anónimos canalhas, na sua classificação, já que continuo a considerar Cavaco abaixo de medíocre, considero-o a si, João, muito acima de bom.

De Anónimo a 28.03.2011 às 17:04

O que é isto? Um crítico que não cria? Para isso, para ter e ser qualidade, é preciso o génio e a cultura de um Harold Bloom ou de um Steiner ou de um Eco ou de uma Sontag (à vol d'oiseau) - ou de Kundera ou de Sebald ou de Villa-Matas, entre os que criam e "ensaiam") e não a pesporrência serôdia e medíocre, de quem tem, pelos vistos, excesso de tempo. Você, ò Gonçalves das artigalhas, ou muito me engano ou deve ser funcionário público!...
Ponha os olhinhos no Rogério Casanova (não lhe chega nem aos calcanhares mesmo andando, como sempre, em bicos de pés). Encha-se de vergonha e cale-se de vez. Folheei o ópusculo (o panfleto impresso) e no que dedica, por exemplo, a José Matoso, está toda a sua vulgaridade estampada. Fala do que não sabe. Fala de cátedra do que ignora. E obra que se compare, nicles. Deve ter um problema hormonal. E um problema hormonal transformado no ser.

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