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"Os tempos são ligeiros e nós pesados porque nos sobram recordações". Agustina Bessa-Luís
João Gonçalves 27 Dez 06
Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...
Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...
Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...
A sua indignação é justa mas pelos motivos errados. Daí os comentários e a conversa de surdos com os comentaristas.
A educação sexual é realmente coisa válida e comprovada para resolver os problemas que detectou.
O Dr. Sampaio prega desde sempre que as meninas não devem iniciar a vida sexual antes da maturidade por isso escusa de vir tentar denegrir o trabalho dele. Não é por aí.
Também é verdade que lhe poderia apontar uma dúzia de exemplos de sociedades onde a maternidade na faixa dos 14 anos é moeda corrente e isso não tem nada a ver com pedofilia como é óbvio. O mundo é vasto e as ideias de felicidade, progresso ou humanidade são várias. Isto não é "relativismo cultural". É perceber que as mães de 14 anos da Amazónia aprenderam a viver num ecosistema sustentável e as meninas católicas e mães virtuosas de Lisboa se calhar não.
A despropósito: um dos regimes que mais protegia a virtude feminina era o dos talibans. Com a libertação as violações diárias recomeçaram.
O que definitivamente não ajuda na discussão é misturar pedofilia com o assunto (pedófilos eram os Gregos ditos fundadores da nossa civilização e ainda ninguém se lembrou de os criminalizar!).
A questão importante neste como noutros domínios é a de saber como é que a sociedade protege os seus elos mais fracos de forma a que a cadeia não se quebre. E se centrar a discussão aí vai concerteza encontrar mais pontos de vista semelhantes ao seu.
Se o caso em apreço fosse com uma rapariga de 16 ou 18 anos mantida na ignorância e forçada a prostituír-se o que mudava na minha indignação era nada. E na sua? E na do Legislador? É que pela maneira como pôs as coisas dá a impressão ...