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portugal dos pequeninos
"Os tempos são ligeiros e nós pesados porque nos sobram recordações". Agustina Bessa-Luís
João Gonçalves 2 Nov 10

«Devo dizer que desesperei totalmente da cultura portuguesa em Portugal e no mundo, e que não invejo a satisfação absurda e ridícula com que portugueses se publicam, se louvam ou se mordem. Ao fim de 34 anos de escrever, 32 de publicar, e quase 12 de ensinar literatura, o meu desengano crítico é total - e, se um dia me puder esquecer de que a língua portuguesa existe, com tudo o que ela implica de estupidez e de maldade (o que não quer dizer que as outras não impliquem o mesmo - mas não são de nascença minhas), creio que morrerei em paz. Que vos leve o diabo.»
Rascunho de prefácio, de 1970, a Estudos de Literatura Portuguesa I
Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...
obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...
Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...
Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...
Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...
A «intelectualidade» portuguesa é a mais boçal, periférica, parasitária e auto-contemplativa que existe à face da terra.
Basta acompanhar um qualquer «programa cultural» na Tv ou ler alguma entrevista com esses «génios» do frívolo e da banha-da-cobra, para que o meu estômago comece a reagir.
Até há alguns «intelectuais» que pedem para ser tratados por «professores«!
Se na politica, é a miséria que se vê; na «cultura» (ou falta dela!) a «coisa» não está melhor!