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portugal dos pequeninos

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É SÓ...

João Gonçalves 13 Dez 08

Isto.

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... E DA BANDA LARGA

João Gonçalves 13 Dez 08


Afinal, não é só investir em cimento nas creches, nas escolinhas e nas estradas. Sócrates insistiu na "modernização da banda larga da Internet", a receita milagrosa que nos acompanha desde os tempos de Guterres e que, qual varinha mágica, transformará o derradeiro bronco num génio (M.F.Mónica), criando uma falsa sensação de "progresso" e de "nova igualdade" quando, como sublinhou M. M. Carrilho no "momento Guterres", "é justamente aí que as diferenças mais se evidenciam, se nada as tiver atenuado, ou anulado, antes". Pinho também apareceu para "alavancar" meia dúzia de coisas. Os quatro anos de legislatura - e Sócrates, sobretudo - vão ser avaliados pelo que vai acontecer daqui para a frente. E daqui para a frente, vai ser como escreve Vasco Pulido Valente. "O PSD nunca substituirá o PS, até porque parte de direita prefere Sócrates. Sobra, então, Sócrates? Sobra – com um Governo sem prestígio, uma estratégia sem sentido, a hostilidade do país que o sofre, um optimismo lorpa e um saco de reformas falhadas. Quem o acha capaz de aguentar e sobreviver à recessão e, principalmente, de nos poupar ao pior?"

O RENDIMENTO NACIONAL BRUTO

João Gonçalves 13 Dez 08

«A crise tem revelado uma completa falta de capacidade e de liderança por parte da presidência da Comissão Europeia que, segundo Fischer, está completamente manietada pela falta de visão dos seus líderes e pelos cálculos de J.M.Barroso com vista à sua manutenção no lugar. É por isso que o a decepção com o seu plano de relançamento não espanta, ele não passa de um mecânico ”copy/paste” de velhas propostas sem ambição nem consistência. O futuro parece confiscado, é tempo de mudar de paradigma. E, nessa mudança, há pelo menos duas orientações que se vão impor: enquanto uma tem a ver com os conceitos utilizados para lidar com a realidade, a outra aponta para o miolo da estratégia a seguir. No primeiro caso basta olhar, por exemplo, para as insuficiências de que padece um indicador como o “pib”, para se ter a noção do muito que há a fazer. Se queremos conhecer a situação real da economia e da vida das pessoas, é urgente pensar noutros termos, como os defensores do “rendimento nacional bruto” há muito sugerem. É que o “pib” ilude escondendo a dívida contraída, e também o que, sendo produzido num país, não fica contudo nele. Ao que fica, e a que se juntam os rendimentos dos nacionais que vêm de outras economias, chama-se precisamente rendimento nacional bruto. Não admira por isso – e certamente também porque o “rnb” está a cair há vários anos – que o Presidente da República venha há já algum tempo a insistir na maior fiabilidade deste indicador para se avaliarem os reais progressos do país e do bem-estar das populações.»

Manuel Maria Carrilho, Contingências

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