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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

OS MANOS MARTINS

João Gonçalves 5 Dez 08

Tudo indica que a "solução" para as minas de Aljustrel (também) passa por Jorge Coelho. Depois de em Maio terem feito o habitual número do "anúncio", Sócrates e Pinho garantiram o "renascimento" da actividade das minas como um exemplo da "confiança" que nós, portugueses, deveríamos ter em nós próprios. Passaram uns escassos meses e a "confiança" feneceu bem no fundo das minas. Agora Pinho correu rumo a Aljustrel para apresentar uns tais manos Martins como a solução do problema mas não dá a certeza de que, efectivamente, os manos Martins sejam a solução. Os Martins estão à frente de uma empresa da "galáxia" de que Jorge Coelho é "CEO". Mudou apenas de nome. Pinho, uma barata tonta, parece o estafeta deste "negócio". Era bom, já que têm a mania que são donos da "consicência social", que todos estes socialistas se deixassem de cálculos e tratassem, finalmente, das pessoas e não das pessoas deles.

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CREDIBILIDADE E INUTILIDADE

João Gonçalves 5 Dez 08

Trinta dos deputados da dra. Ferreira Leite baldaram-se à sessão parlamentar em que, se estivessem presentes, teria sido aprovada a suspensão do processo de avaliação dos professores graças às baldas e a cinco votos favoráveis de deputados da maioria "rosa". A "credibilidade", lema pelo qual Ferreira Leite se candidatou ao leme do PSD, também passa por evitar cenas deste género naquela a que chamam a "casa da democracia". Começo a dar razão a Maria Filomena Mónica. Basta um deputado por cada partido em vez de duzentas e tal inutilidades.

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João Gonçalves 5 Dez 08


«O assessor e o BPP», do Augusto M. Seabra. Sobre o BPP, e bem, Jorge Sampaio "faz" de Cavaco Silva. As sondagens do costume apontam para os resultados do costume. Isto é um pouco como dizia Harold Bloom a pensar em Platão e em Vico. A uma "era teocrática" segue-se uma "era aristocrática", uma "democrática" e, finalmente, o caos. É precisamente no caos que a roda cíclica regressa ao princípio e tudo volta a repetir-se. No nosso caso, praticamente ainda não conseguimos sair da idade da pedra. O regime é um misto de caos com idade da pedra de tipo familiar (por exemplo e a título meramente hipotético, Balsemão fala a Socrátes e Sócrates decide que o BBP, afinal, representa um "risco sistémico" quando uma semana antes não representava perigo algum, apesar da 1ª página do jornal do dr. Balsemão ter assegurado que o governo ia intervir por causa da "imagem de Portugal"). De democrático isto tem muito pouco.

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