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portugal dos pequeninos

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O PIONEIRO

João Gonçalves 28 Nov 08


«[Maria de Lurdes Rodrigues] garante, contudo, que também tem tido bons momentos. "Muitos." Pede-se-lhe que partilhe um. "Uma carta que recebi de um menino que recebeu um computador para ter em casa, não sei já em que circunstância, e escreveu-me a dizer: 'Quando for grande, vou inscrever-me no PS. "É tocante."»

Jornal Público

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UM PAÍS DE DULCAMARAS - 4

João Gonçalves 28 Nov 08

"Corno" poderia ser a nova designação de "contribuinte". Se o Estado "avalizar" um banco que se dedica a gerir fortunas privadas, que nome é que quer que lhe chamem?

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UM PAÍS DE DULCAMARAS - 3

João Gonçalves 28 Nov 08

O "jornal" dirigido pelo sr. Tadeu serviu há dias de "mote" para derrames deste género. O mesmo "jornal" fez hoje capa com a mesma conversa, mudando os alegados beneficiados e o montante em causa. Ainda não vi ninguém da matilha comentadeira "comentar" o assunto com a mesma fogosidade com que se atiraram ao Presidente da República. Depois do mel de Santana (para recorrer a uma "ideia" do dr. João Soares), chegou o mel de Sócrates?

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UM PAÍS DE DULCAMARAS - 2

João Gonçalves 28 Nov 08



Um lamentável "erro de script" apagou o Dulcamara que aqui estava de manhã. Infelizmente para mim - e para alguma gente que se cruzou comigo ao longo da vida e que eu tinha por amiga - possuo uma "memória de elefante". Repito, pois, a ideia. A vida político-partidária portuguesa está cheia de Dulcamaras. No PS manda o "Dulcamara do Magalhães" o que impede demais candidatos ao papel do famoso "doutor" de aparecer. No PSD, não faltam candidatos ao papel do charlatão da ópera de Donizetti. De jovens "promessas" com quase cinquenta anos a qualificados caciques locais. Une-os o ódio ao "estilo" insosso da dra. Ferreira Leite, por natureza a anti-vendedora de "elixir". Talvez tenham razão. A Dulcamaras responde-se... com Dulcamaras. Avancem.

(Clip: Simón Orfila, L'Elisir d'amore, de Gaetano Donizetti, Teatro Liceu de Barcelona, 2004)

UM PAÍS DE DULCAMARAS

João Gonçalves 28 Nov 08


Ao passar num quiosque, reparo que Ricardo Costa, um dos mais proeminentes "jornalistas" do regime, vai "circular" dentro da galáxia Balsemão. Passa da SIC para adjunto do Expresso onde já lá está outra notabilidade, íntima do poder, o do laço. Talvez por isso seja oportuno recordar as palavras de Ramalho Ortigão em 1873, nas Farpas, enviadas por um leitor amável.


«A Imprensa de Lisboa não tem opinião. Aqueles que dos seus membros que por excepção pressentem as ideias próprias, vivas, originais zumbindo-lhes importunamente no cérebro, enxotam-nas como vespas venenosas. É que a missão do jornalismo português não é ter ideias suas, é transmitir a ideia dos outros. Por tal razão em Lisboa o homem que pensa não é o homem que escreve. O jornalista nunca se concentra, nunca se recolhe com o seu problema para o meditar, para o estudar, para o resolver. Nunca procura a verdade. Procura apenas a solução achada pelo público dele, pelo seu partido político, pelos consócios do seu clube, pelos seus amigos, pelos seus protectores (...). O jornal não é uma fonte de crítica, de análise, de investigação (...) O jornalista é o aguadeiro submisso e fiel da opinião. Não dirige, não a corrige, não a modifica, não a tempera(...). A Imprensa periódica é simplesmente o cano.» Esgoto, acrescento eu.

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