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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

O EVANGELISTA DE OCASIÃO

João Gonçalves 26 Nov 08

Sá Fernandes, o antigo "Zé-é-que-sabe", "passou-se" para o PS. Se houvesse dúvidas acerca da transumância, a patética entrevista que concede na parte traseira do DN ao João Pedro Henriques acaba com as dúvidas. É um misto de cretinice política com oportunismo. Como é que um tipo que é vereador numa câmara que se caracteriza pela inacção pode afirmar que "este PS tem sido muito bom para Lisboa"? Ou que "este mandato tem sido extraordinário em termos de concretização de promessas"? Bem feito para aqueles que, com credulidade, acreditaram em mais um pequeno evangelista de ocasião.

GRANDEZA

João Gonçalves 26 Nov 08



Fiorenza Cossotto, Domingo: Verdi, Il Trovatore. Ópera de Viena, 1978, Karajan. Para fugir ao esterco, ou como escrevia alguém num comentário, "quando já pouco ou nada resta, a arte é a "ultima ratio"para nos mantermos vivos."

É NECESSÁRIO EXPLICADOR?

João Gonçalves 26 Nov 08

Aos poucos, como aconteceu com outro PR por causa de Macau, vai-se montando um cerco a Cavaco. Biltres de diversas extracções - uns mais "delicados" do que outros, mas a maioria a precisar de sangue e de "notícias" frescas para vender o respectivo peixe e "encobrir" o manto diáfano da fantasia que nos governa - insistem em "ligar" o Chefe de Estado ao tema BPN. Não é preciso ter trabalhado em "informações" - e eu trabalhei, nas militares, no tempo em que elas eram vivas - para entender o que é que se está a tentar perpetrar e porquê. Tenho pena que haja gente séria a fazer proselitismo com isto. Ou outros, como Alfredo Barroso, que na sua qualidade de ex-chefe da Casa Civil de Soares, deve saber perfeitamente do que é que estou a falar. Basta, no entanto, olhar à nossa volta - Parlamento, governo, gabinetes, partidos, elites da administração pública, banca - para ver como Macau acabou em bem. Em certo sentido, Cavaco é um "corpo estranho" a este regime. Mais. É o único órgão eleito directamente pelo povo - as autarquias não contam para nada a não ser para afundar mais o regime e à Madeira "já chegaram" - que não foi "absorvido" pelo absolutismo democrático em vigor. É necessário explicador?

Adenda: Isto dito, sou obviamente adepto da ideia de «que o PR deve preservar uma prudente distância em relação às coisas mundanas que os media adoram. O papel de supervisão do sistema político que lhe cabe só ganha em acentuar as facetas da discrição e da autoridade prudente, se não mesmo de alguma "majestade".»

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