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portugal dos pequeninos

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ERA ASSIM A VIDA DELE

João Gonçalves 21 Nov 08

Dias Loureiro esteve a contar a Judite de Sousa alguns "aspectos" da sua vida nos derradeiros treze anos. O PS "fechou-lhe" a AR mas "abriu-lhe" a RTP. Ficámos a saber - como se isso ou a peça mesquinha da TVI interessassem para alguma coisa - que o homem "percebe" de cimentos, de novas tecnologias, de máquinas ATM e de Marrocos. Sobretudo de Marrocos. E que se fartou de dar bons conselhos ao dr. Oliveira e Costa que, manifestamente, não os seguiu. Os próximos dias ditarão se Loureiro, para além disto, sempre é a sumidade política que o regime exibe como pièce de résistance ou alguém que perdeu as suas graças.

RIDÍCULO

João Gonçalves 21 Nov 08


1.Deviam explicar aos políticos e demais "elites" nacionais que não é por não usarem gravata em reuniões inúteis que a massa bruta lhes toma mais respeito. Para além da encenação, é apenas ridículo.
2. É igualmente ridículo ir a casa dos pais de um político fazer perguntas de chacha à pobre da mãe que não tem nada a ver com o "filme".
3. Estar sempre a associar Cavaco Silva a pessoas que com ele colaboraram no passado e cujas vidas foram orientadas como essas pessoas muito bem entenderam, não é apenas ridículo. É o que é.

O RUMOR DA LÍNGUA

João Gonçalves 21 Nov 08

Reproduzo na íntegra - e com a devida vénia - a crónica de Vasco Pulido Valente tal como aparece editada no Público online. Há uma parte, a primeira, escrita em português escorreito, na qual a Dra. Ferreira Leite é pura e definitivamente arrumada na "tradição autoritária" nacional que, entre outros, produziu João Franco, Sidónio, Salazar, Cavaco e (esquecimento imperdoável do autor) o "tecnológico" Sócrates e a ex-anarquista do "Batalha", Lurdes Rodrigues. Depois, segue-se um texto que ressuma a latim misturado com outra "língua viva". É o estranho e improvável "rumor da língua" como que a brincar aos significados e aos significantes à semelhança de meio "país" virtual que parece não ter mais nada para fazer.


«Se a dr.ª Manuela Ferreira Leite estava, ou não, a tentar ser irónica não interessa nada ou muito pouco. A ideia de uma ditadura provisória para resolver, fácil e expeditivamente, problemas que não se conseguem resolver de outra maneira não é uma ideia nova. Vem da velha Monarquia Constitucional. Quando um governo ficava imobilizado pelo excesso de virulência da oposição (no parlamento, na imprensa ou na rua), o rei mandava os deputados para casa - sem tocar, em princípio, na liberdade de imprensa ou de reunião - e o governo fazia em sossego o seu serviço, suspendendo um jornal aqui e ali ou proibindo as manifestações que lhe pareciam mais perigosas. No fim voltava tudo ao mesmo. O rei convocava o parlamento (em geral fabricado para a ocasião) e o parlamento passava, à inglesa, um "bill de indemnidade" ao governo. Este exercício era conhecido pelo nome de "ditadura administrativa" e deu uma grande contribuição para a queda da Monarquia. As gaffes da dr.ª Manuela Ferreira Leite (com ou sem "ironia") revelam uma tendência especial para a "ditadura administrativa". Educada politicamente no espírito autoritário do "cavaquismo", e boa discípula do mestre, sofre com irritação os vexames da democracia. Os jornais não publicam o que ela quer, os professores resistem à ministra e até a lei "transforma o polícia em palhaço": Portugal inteiro parece incontrolável. Pensando não só em Sócrates, Manuela Ferreira Leite começou a ver as dificuldades de reformar o país com as restrições que existem. Como, de facto, reformar a justiça sem os juízes? Como reformar a saúde sem os médicos? No fundo do seu coração, Manuela Ferreira Leite não sabe. Sabe apenas que não há reformas sem eles, nem com eles. A "ironia" não foi uma ironia. Foi um desabafo: se a deixassem a ela e às pessoas como ela (com inteligência, visão e capacidade) mandar a sério, bastavam seis meses para pôr as coisas "na ordem". Mas daí a pedir, ou a sugerir, uma ditadura vai um abismo. Infelizmente, é com declarações destas que se chega pouco a pouco ao descrédito da democracia. A imagem da democracia como um reino de interesses particulares, que impedem o progresso e anulam a razão, embora antiga, não perdeu ainda a sua eficácia. E, com os desastres que se preparam, não precisa de ajuda para dissolver os restos de respeito pelo regime. Lorer summy nit ex eros nibh exerat. Ut vel utpat. Ut lumsand pisim iustism doloreetuer summod ea aliquisl dolore duis euisit nullamcons nostrud ex ent euis nisit accum exer sis nonsequam vel iuscilis nummy niam in ulla feum zzrillaor sum niatue min ut augiatis nullaor ip euguerit ilissit, verostie tis erilisciniam dit ullaortie faccumsandio Lor senim zzril eratum nismodiatem ipit auguerat praesto dionseq ismod tinit ipit wisit, secte ming eraessi tat aci blam volore dolortin henim aliquis equam quis nim zzrit alit auguer sumsandipit, quiscing er sit nonsed ex ea acidunt lum num delit nim quisi tem quat. Duis alit inibh ero dolorem at. Ut dunt lorer aliquam quisl euis alit alit alit niam vel duipsum nim dionse dit lut ipsummo olessis nulluptat, quat. Ut iure mincipi ismod tio consequat ad te dunt vullan et nibh enit adigna atis non exer sent alisismod min ulluptatum incil illa feuguer sit, commy nit, volore magna at. Lore ming er susci ent ut vel dolore consequate dolor sisit dolorper sim adipsum adio dolore tat, commy nons etum ip exerostrud euiscid issecte mod mod mod magna feugiam veliquat, sum velisl exero diamet, quat nonsequ psusci el dipit autetum dipisim accum adit nullum veriureet incing elit aciliquat, conullamcons nonsed eumsandre velit in vel ut adipit ipsuscilla ad magna consenim ad tie verit wismolore vulputatue modionse tat prat. Ut wis nismodiamcon enim ecte dolore tisl ut la feugue doluptat ipit am dolessectet, velent la commodion henit la atie cortie eu feugiam et vullaor ing exeraes equis nim nit, susci ero odio del esto do dignismod ex eliquat iliquate erillum zzril dolore dionseq iscilit autat. Ut lametummod et landit dolesto consectetum et, quis aut inisim augue eriure tatuer secte velit nonse dolortis enibh enisim venibh eu feui tie deliquatinim am, con utet, quat. Ut la faccum ad elenim vel dolortio dui blamcommy nim zzriure er ipsusci uissi.Duis nulputem niamcon ero endre dolorerillan ex ecte tie doluptat lor ad modolor alis dunt praesequi bla feum nosto odoluptat. Duis niamcorem ent nullutpat lan hendre feu facin vullum dit auguer am, quisi eum ex ero odolore faccum vel doloboreril ipisim do eu feugue dolortie dit alis et la feugiam ex eraessectem dunt autpat velisl ulputpat.Lor si blaorper at etum ipisisl ullan hent nulla feuisse dunt atum iustrud dionsequate vullamet dolore ting ex ex eliquam, cons non eugiam iustie dolor iurero et alit lutatie faccummy nulla accum vullan venis alit ea facip euisl ute commy nullam doloreet lum»

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