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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

O "ZÉ" RECICLADO

João Gonçalves 17 Nov 08

A triste figura que o "ex-Zé é que sabe" está a fazer no "prós e contras", ao lado da ajudante de Mário Lino, é lapidar. Deve ser, aliás, a única "obra" de António Costa como presidente de câmara. A reciclagem do "Zé".

POR AMOR DE DEUS

João Gonçalves 17 Nov 08

Há um senhor que é pai, o sr. Albino, que preside a uma coisa chamada "associação nacional de pais" (de filhos que "andam à escola", presumo), cuja língua de pau é muito semelhante à da ministra Lurdes Rodrigues. A ministra, em vez de estar sossegada e entretida com as estatísticas, enfia-se cada vez mais num absurdo universo semântico de que só ela possui a chave decifradora. Fala da sua avaliação como um mecânico de automóveis fala de um motor. De uma forma que só ele e o motor conhecem. Há quem chame a isto "autoridade reformadora" ou, em alternativa risível, "luta reformista". Por amor de Deus.

BOY COM NOME

João Gonçalves 17 Nov 08

João Gabriel - que numa encarnação recente foi assessor de imprensa do Presidente Jorge Sampaio - é agora assessor de imprensa do Presidente Vieira. O do Benfica. Parece uma despromoção, mas se calhar não é. Não dizem que o Benfica é um mundo?

O TRIUNFO DO HOMEM COMUM

João Gonçalves 17 Nov 08


«O Ocidente e o mundo acomodaram-se definitivamente à lei da mediania sem asas, sem cabeça e sem gosto. As últimas décadas são eloquente testemunho desse plano inclinado em que a demissão da inteligência fez causa comum com o exibicionismo roncante, o falso igualitarismo triunfou sobre a diversidade enriquecedora e por todo o lado se quiseram as pessoas standardizadas no vestir, no falar e no pensar. O triunfo do homem comum, delícia das delícias do totalitarismo que não se quer ver ao espelho, constitui um desastre quase irreparável, porquanto aquilo que se teima chamar globalização, ao invés de promover homens de qualidade, deu expressão à tirania dos medíocres, dos contabilistas, dos vendedores de chips e automóveis, aos angariadores de seguros e demais obcecados pelo dinheiro. Os poderosos deste mundo reúnem-se anualmente para discutir as magnas questões que afligem o planeta. Olhando para a foto de família, procura-se em vão um estadista, mas só se lobrigam Betas, insignificâncias, gente que se “quer vestir bem”, “comer bem”, “viver confortavelmente”, conhecer ressorts nas Caraíbas, palmilhar cardápios e listas de vinhos de “qualidade” . Este macaquear da aristocracia e das elites tradicionais vai acabar mal. »


Miguel Castelo-Branco, Combustões

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