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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

DA IDIOTIA COMO FELICIDADE

João Gonçalves 3 Ago 08


Primeiro são os "magalhães", os falsos pc's portugueses. Depois são não sei quantos mil livros para as meninas e para os meninos lhe limparem seguramente os rabos. E agora são quinhentos euros para os "melhores alunos". O "sistema educativo" está todo invertido. Dantes, era-se premiado depois - repito, depois - de dar provas como bom ou razoável aluno. Havia modestamente um "quadro de honra" e chegava. O ministério da educação prefere tratar os alunos e as alunas como pequenos prostitutos ou, na melhor hipótese, como burros a quem se acena com a cenoura para enganar as estatísticas. Não é por acaso que um tal sr. Coelho - da publicidade e que escreveu um livro com o título improvável de "Portugal Genial" -, muito contente consigo mesmo, acha que as crianças devem ser educadas para serem felizes, isto é, idiotas. Não deve também ter sido por acaso que, da cabeça do sr. Coelho, brotou a "ideia" do "think west". O "west" do sr. Coelho e do governo é este país que eles antecipam, transformando as crianças que "andam à escola" em cobaias do seu experimentalismo infantil e feliz. Que Deus deixe ir a si as criancinhas e as proteja definitivamente destes profetas.

ODI ET AMO

João Gonçalves 3 Ago 08

Gosto desta ideia, "o mês mais cruel". "Odi et amo". Por falar nisso, onde é que ele anda? «O desuso da gratidão poderá significar a descrença na salvação; mas também poderá valer pela fé racional na nossa omnipotência. O que é muito pior.»

O TEMPO QUE RESTA

João Gonçalves 3 Ago 08


«Barbaridades que se hacen en ese teatro»,«bandidaje». "Deixas" de zarzuela? Não. Consta do despacho de remoção do "professor doutor Carlos Fragateiro", e respectiva administração, do Dona Maria. Mário Vieira de Carvalho e Isabel Pires de Lima ficarão na história do consulado "cultural" de Sócrates como um "exemplo" que jamais deve ser seguido. Se Pinto Ribeiro, no tempo que lhe resta, conseguir "vassourar" os organismos que estão sob a sua tutela, como o fez em relação ao Dona Maria, revela que é, no sentido que Diógenes lhe dava, um homem.

REVISÃO DA MATÉRIA

João Gonçalves 3 Ago 08


Há cerca de três anos, por esta altura, recorri aos préstimos de um "fortune teller". Foi-me recomendado por uma amiga íntima que entretanto, sem que eu entendesse porquê, deixou de ser íntima e, sobretudo, amiga. Depois percebi que vinha incluída no "pacote" anunciado. Ela e mais meia dúzia de desaparecimentos "íntimos" ocorridos (por mera coincidência, todos de extracção socialista ou de recente adesão à "esquerda moderna") devem estar relacionados com a virtude deles e com a minha irremediável perdição. O "fortune teller", tipicamente, augurou-me três anos de provações porque um planeta (Urano? Júpiter? Plutão?) estava em "intersecção" com outra coisa qualquer e enquanto não "saísse" eu estava, por assim dizer, tramado. Era agora o momento de ele começar a "sair". Ainda não dei por nada. Pelo contrário. Tudo piorou em relação às "previsões" do "fortune teller". Com raríssimas excepções, só me tenho deparado com lixo humano. Está na hora da revisão da matéria.

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