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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

LATIM OUT

João Gonçalves 10 Jun 08


Já não bastava o "acordo". Agora também o latim não tem aparentemente lugar no "progresso" visto pela nossa "esquerda moderna". Lá fora é ao contrário, mas quem são eles comparados com Valter Lemos?

O ABONO DE FAMÍLIA

João Gonçalves 10 Jun 08

O senhor primeiro-ministro, a cada escolho em que tropeça, recomenda o aumento do abono de família. Os pescadores têm problemas por causa do preço do combustível das embarcações? Aumenta-se-lhes o abono de família. Os camionistas também? Aumenta-se-lhes o abono de família. Sócrates - e isso era ontem patente no rosto de Mário Lino e do senhor da ANTRAM que mais parecia um secretário de Estado do que outra coisa qualquer - não tem uma solução para a questão do gasóleo comercial. Está, como se costuma dizer, a "empatar". Tudo isto vai custar-lhe mais caro do que uma simples maioria absoluta.

OS VERDADEIROS PORREIROS

João Gonçalves 10 Jun 08


"Não podemos votar naquilo que não percebemos", foi assim que um eleitor irlandês respondeu acerca do referendo de quinta-feira. Uma sondagem coloca hoje o "não" à frente. Que pensará o nosso evoluído primeiro-ministro destes primitivos? E o dr. Barroso? Estes irlandeses podem, afinal, vir a revelar-se os verdadeiros porreiros europeus.

O DIA DA RAÇA

João Gonçalves 10 Jun 08


Depois do "25", para não "ferir susceptibilidades", o "10 de Junho" passou a chamar-se prosaicamente "Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas". A componente "Camões" ainda teve alguma ressonância nas comemorações presididas por Eanes. Jorge de Sena, Vergílio Ferreira, Agustina, Magalhães Godinho ou Eduardo Lourenço produziram prédicas à altura. Depois, o "10 de Junho" passou a pretexto para enviar as cortes do regime lá fora, junto dos emigrantes, e para Soares e Sampaio só não terem condecorado as porteiras dos respectivos prédios. Camões aparecia furtivamente numa tirada inspirada pelo escriba de serviço e pouco mais. O Estado Novo celebrava o Dia de Portugal e a Raça. Os dois eram indissociáveis. Havia Portugal, aqui e no Ultramar, e havia raça. Cavaco Silva cometeu o perjúrio, aos olhos do PC e do Bloco, dois partidos manifestamente preocupados com a Nação - e as duas forças políticas que mais têm ganho com os disparates de Sócrates -, de ter falado no "dia da raça". Já pediram "explicações". O jornal Público, patrioticamente, indignou-se. De facto, deve ter sido um whishful thinking presidencial. Cavaco gostaria de poder presidir a um país com uma raça e, para sua infelicidade, não tem quase um e não tem, de certeza, a outra. Explicações para quê?

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