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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

VAI LONGE

João Gonçalves 9 Abr 08


Isto - o PSD - chegou a um ponto tal que Ângelo Correia passou a ser importante. Parece que há quem o ouça em silêncio reverencial como a uma sibila. Porquê? Porque Ângelo - ao ponto a que isto chegou - é o melhor que a nomenclatura Menezes tem para oferecer ao país. Daí escutarem-no. Ângelo é um homem de negócios. Como tal, já deve ter intuído o excelente "negócio" que representa manter o autarca de Gaia à frente do PSD. E estará seguramente com pressa em "lançar" o seu chevalier servant, o fantástico Passos Coelho, que "fervilha" de ideias e e "projectos" para o país. Antes de trabalhar para ele - no passado, Ângelo já tinha ajudado a "produzir" figuras como o meu amigo Duarte Lima que largou o coro da Católica por uma caminhada política bem sucedida - Coelho distinguiu-se como um vulgar cacique da JSD. Por si só, esta circunstância recomenda-o imediatamente como candidato a salvador da pátria como, a seu tempo, Ângelo nos fará crer que ele é. Para já, regressemos a Ângelo. Foi ministro da administração interna de Balsemão quando este, para sua desgraça, foi 1º ministro. A dada altura ocorreu-lhe que estaria em curso uma "conspiração" e foi à RTP falar em pregos espalhados pela rua. A "conspiração" morreu aí. Ângelo nunca foi pessoa para ser levada excessivamente a sério. Sá Carneiro e Mário Soares infelizmente levaram-no e hoje é ele próprio quem se toma a sério. Ângelo Correia nunca deixou de ser aquele homem que sonhou um golpe de estado cuja "prova" residia numa meia dúzia de pregos. Vinte e tal anos depois continua imaginativo. Limitou-se apenas a trocar os pregos por Menezes, para já, e por Passos Coelho, qualquer dia destes. Vai longe.

ESTES...

João Gonçalves 9 Abr 08

... cómicos que governam o PSD. Não se livrem deles a tempo, não.

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A QUADRATURA RIBEIRINHA DO CÍRCULO

João Gonçalves 9 Abr 08

Com as habituais encenações e mútuas reverências, os comentadores do programa "Quadratura do Círculo" despedem-se do "colega" Jorge Coelho. Entra, para o seu lugar, António Costa que, finalmente, vai ter uma ocupação nem que seja só uma vez por semana. É que, como presidente da CML, não se dá por ele. Dá-se mais, por exemplo, pelo dr. Júdice. Quanto a Coelho, só desejo que não lhe passem a chamar (mais uma) "referência moral" do regime.

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