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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

GIUSEPPE DI STEFANO (1921-2008)

João Gonçalves 3 Mar 08



Foi o grande "companheiro" de palco e de disco de Maria Callas. Juntamente com Carlo Bergonzi, ainda vivo, é seguramente um dos maiores tenores italianos do século XX. Aquando da sua última aparição em Lisboa, decidiu vir de carro. Chegou cansado e a voz traiu-o. Aceitou acompanhar a Callas nas suas terríveis digressões "em concerto", três anos antes da morte da cantora. Ambos eram, tragicamente, apenas uma sombra dos anos de glória. Dirigidos por Karajan numa inesquecível e indispensável versão "ao vivo" da Lucia de Lamermoor ou, em estúdio, no Il Trovatore, ou ainda por de Sabata em Tosca, Callas e Di Stefano formaram uma extraordinária "dupla" que representa uma época do teatro lírico que não volta mais.

SEM DEUS

João Gonçalves 3 Mar 08


Em tempo pascal, é interessante recuperar o tema do inferno. A coisa parece-me relativamente simples, como católico, apostólico, romano. O inferno é estar no deserto, sem Deus. E recusar Aquele que, depois de trespassado na cruz, ressuscitou e que afirma: «quem me vê, vê o Pai.» Onde habita Jesus, não há inferno.

O CENTRO DO CENTRÃO

João Gonçalves 3 Mar 08

O João Villalobos tirou-me, de facto, as palavras do post. Para quê mais lama para cima da ventoinha?

«PROTEGER E SERVIR»

João Gonçalves 3 Mar 08



Rui Pereira é um lamentável ministro da administração interna. O senhor general Leonel de Carvalho, "coordenador" nacional de segurança, não é melhor. E Alberto Costa, da justiça, felizmente ainda não apareceu. Agendaram entretanto umas "reuniões" especiais e místicas como se não fosse elementar atribuição das polícias "proteger e servir". Vão, dizem eles sem se rir, "delinear estratégias". Entretanto, a RTP teve o cuidado de mostrar os polícias, em Setúbal, a exercer a "proximidade", no que se saldou por uns reles minutos de mera propaganda, não fossemos nós pensar que a polícia só serve para "acompanhar" as claques da bola. O problema é que, cada vez que um agente vem à televisão falar em "policiamento de proximidade", alguém continua a puxar impunemente da pistola.

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