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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

UM PAÍS ARRUMADINHO

João Gonçalves 18 Fev 08

Dizem-me que o senhor 1º ministro, no seu momento "SIC", não falou das inundações nem do "outro" país que as suporta, tão diferente do país arrumadinho que ele tem na cabeça. Estava, aliás, bem blindado pelos perguntistas do regime. Ainda apanhei os "comentaristas" do costume, o sr. Bettencourt, o sr. Delgado e o historiador Costa Pinto, sempre agarrado ao tempo que passa. Não sei o que é que Saarsfield Cabral estava a fazer no meio destas eminências de opinião previsível. Em suma, não devo ter perdido nada.

TV NET

João Gonçalves 18 Fev 08

Às 21.15, com o Paulo Gorjão, em "concorrência" com o senhor 1º ministro, em stereo num canal generalista e de cabo.

FICÇÃO ?

João Gonçalves 18 Fev 08


Registo a circunstância de o Eduardo se ter "esquecido" deste post. Actualizo-o, então. No dia imediato a tê-lo escrito, o autor do telefonema - "Miguel Abrantes" - voltou a telefonar, desta vez para o meu telemóvel, através de "número privado". Tornei a convidá-lo a dar a cara com um café. Ficou para quando "vier a Lisboa". Quanto ao "sumo" da questão, nada e muita gargalhada. Um bom tema para um futuro romance do Viegas, com o inspector Ramos e e algum novo "colega" do SIS. Ficção pura, claro.

O MINISTRO

João Gonçalves 18 Fev 08

O ministro do ambiente, um sujeito cujo nome me escapa, determinou que a culpa das cheias desta noite é das autarquias. O ministro tem-se distinguido precisamente por nós não nos lembrarmos dele. Não valia, pois, a pena vir, logo hoje, lembrar-nos que existe. É que, segundo ele, o ordenamento do território estaria em perfeitas condições para suportar o dilúvio não fossem as malditas autarquias. Sucede que o país que produz ministros destes é o mesmo que, ao menor abalo, cai. E cai por culpa de ministros, de autarcas, das gentes. Debaixo do "plano tecnológico" não há nada.

FESTIM NU

João Gonçalves 18 Fev 08


Os nossos media, com aquele optimismo antropológico e "rousseauniano" que os caracteriza, de uma forma geral viram na independência do Kosovo uma festa. Para além disso, também viram - a dra. Teresa de Sousa, então, sempre mais à frente do que os outros - um momento de "afirmação" da UE. Por acaso bastava apenas olhar para as imagens e para as bandeiras esvoaçantes para ver em quem é que o novo povo "independente" confia. Timor, que é uma ficção, é um caos manso ao pé daquilo que o Kosovo pode desencadear. Oxalá me engane, mas pode vir aí um festim nu. No pior sentido.

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