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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

ANTES DELE

João Gonçalves 17 Fev 08

Ouço Santana Lopes e constato que ele se recusa a perceber quem é que lhe deixou o caminho armadilhado. Não por acaso, Jorge Sampaio considerou-o, por causa de uma famosa transumância que ele acarinhou, uma honra nacional. E não se chega a honra nacional sem a prestação de relevantes serviços. Sobretudo a si próprio.

LIXO E CASINO

João Gonçalves 17 Fev 08

Um cobardolas anónimo escreveu, a propósito do post anterior, que não falo no "meu amigo Telmo" e do casino porque não fazem parte da minha galeria de "ódios de estimação". Em primeiro lugar, e se esse cobardolas vem cá ler alguma coisa, sabe perfeitamente o que penso do "meu amigo Telmo". Depois, a "história" do casino passa por todos. Desde o governo de Lopes até ao amável dr. Sampaio que promulgou o diploma legal que permitiu a coisa. O dr. Assis Ferreira conhece a venalidade do regime independentemente de quem está no poder. Não é por acaso que administra casinos. É amigo de todos e todos são amigos dele. Por isso, da próxima vez que quiser dar recados, identifique-se. Não converso com lixo humano reciclado pelo PS ou por qualquer partido do regime.

O SECRETÁRIO-GERAL

João Gonçalves 17 Fev 08


O PS é a nova "união nacional"? Parece. O seu secretário-geral ficou muito incomodado por causa de uma manifestação à porta da sede do Rato. Segundo a criatura, os manifestantes "queriam condicionar o PS" e pertenciam a "outros partidos". O secretário-geral odeia o conflito porque não percebe nada de democracia a não ser a que lhe ensinaram nas conspirações rascas das secções do partido. Acontece que o secretário-geral pastoreia uma piolheira chungosa e submissa que, apesar de tudo, ainda não é a Coreia do Norte. Azar o dele.

Adenda: Fica-te mal esse "lado" Dutra Faria do PS, Tomás. Deixa isso para os blogues dos serventuários.

SUSPENSÃO

João Gonçalves 17 Fev 08



«Se pudesse, suspendia o relógio, queimava todas as pontes e deixava-me ao abandono dos trópicos, afogado pela natureza. Aqui não falo. Não há com quem possa falar. Aqui não leio. Um livro soa a falso, tamanha é a magreza do estro dos mais inspirados poetas perante a imponência do meio. Aqui, se medito, perco-me. Prefiro fechar os olhos, sentir a brisa e o cantar das ondas suaves que à praia vêm morrer. Aqui, Liberdade, trato-te pelo nome.» É isso, Miguel, também não vejo a hora de pegar no malote, ou em nada, e desaparecer. A partir de certa altura, só fazemos falta a nós mesmos. Perde-se muito tempo com merda. Sobretudo com a que tem olhos e, alegadamente, uma cabeça.

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