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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

DIGA LÁ OS NOMES

João Gonçalves 26 Jan 08

Como bem se recorda no Blasfémias, há no regime pessoas que podem livremente "atirar o barro à parede", com acusações genéricas e abstractas, e ninguém lhes pede "nomes" ou responsabilidades. De Marinho Pinto, e em menos de 24 horas, já exigem nomes, moradas, números de telemóvel, a sua presença no Parlamento e a resposta em inquérito. Em que é o Marinho é menos do que os outros?

O SR. TUTELA

João Gonçalves 26 Jan 08

Tomás: o ideal era ninguém morrer por causas esdrúxulas nas urgências do SNS. A SIC, contudo, não tem culpa que isso aconteça. Nem Correia de Campos. A diferença é que a SIC não tutela essas urgências e o SNS. Correia de Campos tutela, embora nem ele nem nós saibamos exactamente o quê.

UM CONTO E A REALIDADE - 2

João Gonçalves 26 Jan 08


Sobre Das Märchen e Emmanuel Nunes, ler dois posts - I e II - de Augusto M. Seabra no seu Letra de Forma. «Enquanto objecto-ópera, nos seus próprios termos programáticos, Das Märchen afigura-se-me um desastre muito para além de tudo o que se poderia recear. Não vejo “promessa” ou “aurora” alguma na obra, tão só os fogos-fátuos de uma ópera enquanto manifestação do poder.»

Adenda: "Segundo o Diário de Notícias de hoje, no Porto assistiram à transmissão 165 pessoas, em Coimbra cerca de 150, em Beja 83 e em Leiria 25. No Funchal, a lotação do Teatro Baltazar dias esgotou, mas o DN omite qual a lotação do Teatro Baltazar Dias. Ah, e que os bilhetes eram de graça", escreve o Pedro Picoito.

O NOME DA COISA - 2

João Gonçalves 26 Jan 08


O PS costumava ter um excelente "cabeça de lista" pelos Açores. Agora tem um senhor embotado e inócuo, de apelido Trindade, se não erro, que é vice-presidente da respectiva bancada. Ele e mais uns quantos "colegas" reagiram às declarações de Marinho Pinto com ampla indignação. Eu recomendava a estas "virgens" (para recorrer a um termo do próprio Marinho Pinto) a leitura de alguns livros de história de Portugal nos dois séculos pretéritos e uma ou outra conferência ou artigo de jornal do jovem lente de Coimbra, Oliveira Salazar, coisas escritas entre 1908 e 1928, editados por Manuel Braga da Cruz na Bertrand. E, depois, se conseguirem perceber o que lá vem, fechem os olhos e imaginem que aquilo tudo foi escrito ontem. Não encontram grandes diferenças.

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