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portugal dos pequeninos

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UMA DEMOCRACIA ALBANESA - 2

João Gonçalves 15 Jan 08

Já o senhor comendador, um caricaturista do regime, não foi eleito. Os poderosos do regime, ancorados na promiscuidade entre política e gestão, não apreciam estranhos. Mesmo cheios de dinheiro. E que sabem muita coisa.

UMA DEMOCRACIA ALBANESA

João Gonçalves 15 Jan 08

O dr. Santos Ferreira e o dr. Vara foram eleitos por cerca de 98% do votos dos accionistas do BCP. A democracia portuguesa está cada vez mais albanesa. Até na famosa "sociedade civil".

OS BRAVOS DO OESTE

João Gonçalves 15 Jan 08

Os "autarcas do oeste" - que extraordinário qualificativo... - vieram a Lisboa fazer queixinhas a Sócrates e, bem mais importante, estender a mão à caridade do estado central. Isto porque o aeroporto não aterrou na Ota. O aeroporto é chamado de "internacional de Lisboa". Deve ser por alguma razão. Se cada vez que algum frustrado nos seus interesses fizesse o que estes destemidos do oeste fizeram, o dr. Teixeira dos Santos jamais poderia baixar os impostos. Venham os seguintes.

POLÉMICA

João Gonçalves 15 Jan 08


Para sairmos da trivialidade em vigor - Sócrates, Menezes, BCP, bola, etc., etc. - tinha a sua graça ver desenvolvida, na bloga, uma qualquer polémica. A presença do Augusto "entre nós" é um excelente ponto de partida. Por que não explorar isto e isto que já pressinto como uma "indirecta" do segundo blogger ao primeiro? E não, Eduardo, não vá por essa facilidade do "assassinato de carácter". Deixe florescer o "Dr. House" que habita em cada um de nós.

RODAR E ENROLAR

João Gonçalves 15 Jan 08


Deve ter sido hoje a primeira vez que o dr. Menezes percebeu a gravidade do (seu) problema. Com o problema dele o país pode bem. O que o país não pode continuar é entregue ao sisudo secretário-geral do PS até à eternidade e nada, nada, repito, no dr. Menezes - bem pelo contrário - prenuncia outras venturas. Em certo sentido, o dr. Menezes e os seus sequazes são o problema. Sócrates pode quebrar vagamente mas será sempre às suas próprias mãos, graças à sua nefasta idiossincrasia e ao deserto que deixa florescer à sua volta. Com os portugueses pouco se pode contar porque o medo pode mais que o pensamento. Sócrates é o homem ideal para governar tontos alternados com rebanhos de alienados que é o que a maioria da nossa cidadania é. Menezes oscila entre estas duas maldições - o pastor e o seu rebanho - razão pela qual ninguém o ouve. "O PSD tem que saber o que quer, para onde quer ir e com quem", asseverou Menezes em Vilamoura. Sim senhor. Está a pensar nisso e no simpático Simpson de Ílhavo? Ou no poeta algarvio Botas? Ou no politicamente nulo Gomes da Silva? Menezes serve para "enrolar" e não para romper. E o PSD só foi grande quando rompeu. Quando rompeu com a pusilanimidade do Estado e da revolução, com Sá Carneiro. Quando rompeu com a macieza insolente do bloco central de Soares e com a ambiguidade de Balsemão, com Cavaco. O resto veio parar-lhe ao colo, com Barroso e Lopes. Esperar por milagres não chega. Até pode ser que, a haver um, seja Menezes quem lá esteja para carregar o andor. Duvido porque o país também duvida, mesmo anestesiado. Apesar de não ser já tecnicamente necessário, é preciso que um carro qualquer seja rodado. Não se sabe onde, quando e por quem. Mas que tem de ser, tem.

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