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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

O HOMEM DO "LINGUADO"

João Gonçalves 17 Out 06


Apesar dos "calores", ele merece esta singela homenagem. Keep going.

LER OS OUTROS

João Gonçalves 17 Out 06

Este bom exercício político-memorialístico do Pedro Correia. Sabes, Pedro, como diz algures Claudio Magris, a hipocrisia é o tributo que o vício paga à virtude. Ou vice-versa, acrescento eu.

COMO ELES DIZEM

João Gonçalves 17 Out 06

O senhor conselheiro Pinto Monteiro imaginou, durante uma semana, que ia mandar nos senhores magistrados do Ministério Público. Os senhores Presidente da República e Primeiro-Ministro imaginaram o mesmo. O Conselho Superior do Ministério Público já veio "repôr a legalidade" e dizer quem é que efectivamente manda na PGR. "Autonomia", como eles dizem.

A BEM DA NAÇÃO

João Gonçalves 17 Out 06

O governo da "esquerda moderna" faz os possíveis e os impossíveis para que, quem trabalha, morra em serviço, como um "herói". Pelo caminho que as coisas levam, mais vale estar morto do que ser pensionista.

"DEIXÁ-LOS FUGIR?"

João Gonçalves 17 Out 06

Um agente da GNR foi baleado no decurso de uma operação. Há dias, outro, da brigada de trânsito foi atropelado mortalmente. O senhor inspector-geral da administração interna ainda pensará que, na dúvida, o melhor é a polícia "deixá-los fugir"?

IMPOSTOS E CASAMENTOS

João Gonçalves 17 Out 06


A "família" tradicional - marido e mulher - tem um novo aliado no senhor ministro das Finanças. Com método, Teixeira dos Santos explicou que, ao equiparar o limite das deduções de IRS ao dos "solteiros", não só causa automaticamente mais "justiça social" - este insuportável jargão que serve para tudo - como evita que os casais espertalhões entreguem declarações como se fossem solteiros. Todavia, o argumento mais divertido foi mesmo o do encorajamento à "família", à ideia de "constituir família". Faz-me lembrar aqueles assistencialistas formados no "antigo regime" que, nas visitas boazinhas aos bairros paupérrimos, achavam que os "pobres" se "salvavam" casando uns com os outros. A diferença é que, daqui a umas semanas, esta mesma rapaziada vai andar aí, pelas ruas, a defender o aborto. Enfim, coisas da "esquerda moderna".

UM CASO DE POLÍCIA

João Gonçalves 17 Out 06


A palhaçada que, presumo, ainda está em curso no Teatro Rivoli, do Porto, é um sinal da complacência com que se encaram, no nosso país, as chamadas "manifestações artísticas". Com a desculpa que são "artistas", os delinquentes que se encontram lá dentro têm direito a "directos" nas televisões e nas rádios, a páginas de jornais e, amanhã, à própria ministra da Cultura que acha isto, do alto da sua total irresponsabilidade, uma "original forma de luta". Pires de Lima, escudada no seu ódio de estimação por Rui Rio, não percebe que, ao aceder encontrar-se com os referidos delinquentes, está - porque não é propriamente um cidadão qualquer - a comprometer o Estado numa macacada urdida por dependentes do subsidiozinho do costume e pelo Bloco de Esquerda. O "giroflé-giroflá" de ontem, à volta do Teatro, não deixa margem para dúvidas. Se Pires de Lima aparecer aos delinquentes para "mediar" não se sabe bem o quê, deve ter de seguida a hombridade de se demitir. Não gosto que os meus impostos sejam desviados para o que não devem ser. E, no assunto vertente, só se fossem para cumprir a lei. Isto é um caso de polícia e não um caso de "cultura". Perceba isso enquanto é tempo, senhora professora.

Adenda: Sra. Prof.ª, em vez de se oferecer como "mediadora" num número circense, por que é não trata antes do que lhe compete, como, por exemplo, deste equívoco criado por si no Teatro Nacional D. Maria II ?

LER OS OUTROS

João Gonçalves 17 Out 06

Sobre os "Prós & Contras" de ontem à noite - no qual Fátima Campos Ferreira se comportou com uma seriedade irrepreensível perante o inesperadamente disparatado Saldanha Sanches e o autoritarismo "democrático" (vêem como a sombra "daquele-cujo-nome-não-pode-ser-pronunciado" espreita por detrás do mais resoluto democrata ?) do senhor ministro de Estado Costa (e Deus sabe o que eu penso de autarcas em geral) -, o José Pacheco Pereira: "António Costa foi de uma agressividade malcriada, roçando o insulto, autoritário e demagógico até ao limite. Fernando Ruas comportou-se com uma enorme delicadeza de trato face aos golpes baixos do Ministro, aos quais não era alheio um desprezo intelectual pelos seus interlocutores. E de "classe", diriam os marxistas, face a um Portugal a que ele claramente se acha superior. Por muito sofisticado que queira ser esqueceu-se de uma regra que funciona magnificamente em televisão: aqueles homens alguns rudes, outros tímidos, transmitiram muito melhor um sentimento de "dedicação" ao seu "povo" do que o governante, que se ria deles."

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