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portugal dos pequeninos

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João Gonçalves 14 Abr 06

1. No Anarca Constipado, "relativismo hip hop e siga o baile...". "... o hedonismo e niihlismo e a estupidez são esmagadores e triunfantes mas talvez uma cerimónia religiosa seja ainda uma coisa que encerra um significado mais substantivo que um peido daqueles senhores e senhoras que se exibem na TVI ou na SIC ..." Este texto (que deve ser lido na íntegra) do José Manuel Fonseca diz tudo do país de palhaços em que, infelizmente, vivemos. De qualquer maneira, esse país de palhaços, afinal, está condignamente representado pela "casta" parlamentar. Queixamo-nos, portanto, de quê?
2. No Da Literatura, de Eduardo Pitta, "A casa do pântano", outra "modalidade" da mesma palhaçada.

"POR QUE ME ABANDONASTE?"

João Gonçalves 14 Abr 06


"No cimo da cruz de Jesus – nas duas línguas do mundo de então, o grego e o latim, e na língua do povo eleito, o hebraico – está escrito quem é: o Rei dos Judeus, o Filho prometido a David. Pilatos, o juiz injusto, tornou-se profeta sem querer. Perante a opinião pública mundial é proclamada a realeza de Jesus. O próprio Jesus não tinha aceite o título de Messias, enquanto poderia induzir a uma ideia errada, humana, de poder e de salvação. Mas, agora, o título pode estar escrito ali publicamente sobre o Crucificado. Ele, assim, é verdadeiramente o rei do mundo. Agora foi verdadeiramente «elevado». Na sua descida, Ele subiu. Agora cumpriu radicalmente o mandamento do amor, cumpriu a oferta de Si próprio, e precisamente deste modo Ele é agora a manifestação do verdadeiro Deus, daquele Deus que é amor. Agora sabemos quem é Deus. Agora sabemos como é a verdadeira realeza. Jesus reza o Salmo 22, que começa por estas palavras: «Meu Deus, meu Deus, por que Me abandonaste?» (Sal 22/21, 2). Assume em Si mesmo todo o Israel, a humanidade inteira, que sofre o drama da escuridão de Deus, e faz com que Deus Se manifeste precisamente onde parece estar definitivamente derrotado e ausente. A cruz de Cristo é um acontecimento cósmico. O mundo fica na escuridão, quando o Filho de Deus sofre a morte. A terra treme. E junto da cruz tem início a Igreja dos pagãos. O centurião romano reconhece, compreende que Jesus é o Filho de Deus. Da cruz, Ele triunfa sem cessar."

Meditações e Orações do Cardeal Joseph Ratzinger para a Via Sacra, no Coliseu de Roma, em 2005 (12ª Estação - morte de Jesus na cruz)

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