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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

"NÃO É FÁCIL DIZER BEM"

João Gonçalves 6 Abr 06

João Pedro George não é só "Couves&Alforrecas" sobre "marcas registadas". "Não é fácil dizer bem - críticas, obsessões e outras ficções" (Edições Tinta da China) é lançado no próximo sábado, dia 8, na Livraria Bulhosa, em Lisboa, com uma apresentação de Constança Cunha e Sá. Gosto de pensar no João Pedro como uma espécie de "Dr. House" da crítica literária, nem que seja só para chatear os bonzos da pequena tertúlia doméstica. Ele tem razão. A gente esforça-se, esforça-se, mas não é fácil dizer bem. Seja do que for.

BOA PERGUNTA...

João Gonçalves 6 Abr 06

</span>... do Jorge Ferreira.

CRISE

João Gonçalves 6 Abr 06

Anunciada na blogosfera. Ao abrupto desaparecimento de O Espectro, depois de ter muito legitimamente conquistado um lugar de destaque nesta modorra, segue-se o final já devidamente calendarizado de O Acidental. Lamento-o. Paulo Pinto Mascarenhas e os seus companheiros representavam, neste pequeno mundo que tem tanto de virtual como de real, um "lado" das coisas que eu não encontro em mais nenhum blogue. Sempre achei injusto que se identificasse O Acidental com o "portismo", embora eu próprio tenha tido uma vaga polémica "privada" com um dos seus colaboradores no tempo da "coligação". E sou dos que lê, sem preconceitos e com prazer, a revista Atlântico. Dito isto, ficam também a fazer-me falta.

SEM EMENDA

João Gonçalves 6 Abr 06

Não passaram ainda muitos dias desde que correu por aí grave indignação pela expulsão do Canadá de portugueses em situação ilegal. Alguns deles, à boa e lusa maneira da esperteza saloia, tentaram recorrer ao expediente do refugiado político para não serem corridos, devidamente auxiliados na empresa por outros portugueses supostamente mais "evoluídos". Agora, por cá, o serviço responsável por estas coisas, o SEF, "apanhou" funcionários seus, um advogado e um dirigente - imagine-se - da Inspecção do Trabalho empenhados em promover imigração ilegal. Como aldrabões e corruptos que se prezam, estas criaturas, à primeira vista insuspeitas, para o efeito também falsificavam documentos e pediam dinheiro aos incautos imigrantes. Com que "moral" - e escrevo isto sem me rir - é que nós podemos exigir aos outros o que quer que seja? Aqui também se expulsa, como é de lei, e, pelos vistos, pratica-se a mais vil trafulhice em relação à miséria alheia. Lá como cá, continuamos como sempre, sem emenda.

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