Está na moda a "indignação" pelo suposto número excessivo de "nomeações" que o governo terá efectuado em três meses. Apenas três observações. Em primeiro lugar, a maior parte dessas "escandalosas" nomeações dizem respeito aos gabinetes dos membros do governo. Ninguém de boa-fé pode esperar que os ministros e os secretários de Estado não trabalhem com quem eles entendem dever trabalhar. Se nem sempre são dos "nossos" ou se, por vezes, até ficam notoriamente mal acompanhados, isso é um problema exclusivo das partes envolvidas. Em segundo lugar, é natural e saudável que o governo "renove". Não se percebe como é que se pode prosseguir uma política "diferente" com as mesmas criaturas. Finalmente, eu também me "indigno", não tanto pelas nomeações já realizadas, mas mais pela circunstância de continuar a ver muitas aventesmas do passado remoto e do passado recente nos mesmíssimos sítios onde as colocaram, caladas que nem ratos. Posso garantir que, com algumas que para aí andam, não se vai a lado nenhum.
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