O sr. Ivo Ferreira, uma luminária do "jovem cinema português", chegou são e salvo à pátria. A pátria, nas pessoas do Chefe do Estado, do MNE e de um ex-chefe da diplomacia portuguesa, comoveu-se deveras com o charro fumado e punido no Dubai. As televisões oficiaram em conformidade. Em Nicósia, um outro moçinho, aparentemente sem ligações à fulgurante cinematografia portuguesa, foi apanhado com quatro quilinhos de droga, uma coisa notoriamente irrelevante. Este brilhante exemplo luso recomenda, em nome do princípio da igualdade, que a pátria, por pessoas de relevância nunca inferior às citadas, mande alguém resgatar a criatura. Eu próprio, na próxima viagem ao chamado "terceiro mundo", vou tentar a minha sorte com o charro. E não aceito menos que D. José Policarpo ou o Duque de Bragança para me ir buscar.
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