José Sócrates "materializou" a ideia das "novas fronteiras". Não quer ninguém, salvo os indispensáveis e os próprios, na posse do seu governo. Esta novidade deixa muita gente de cabeça perdida. Como é que os eternos "zés e marias sempre-em-pé" sobrevivem sem o espectáculo deprimente de uma posse pública? Como é que centenas de homens e mulheres "plasticina" da alta, média e ínfima administração pública, desde há muito desprovidos de coluna vertebral à força de tanto ter sido dobrada, conseguem passar sem se "mostrar"? E a rapaziada do "aparelho", que fica sem a hipótese de lançar um mero sorriso malicioso que seja ao "amigo" ministro ou secretário de Estado? Este estilo seco e inovador de José Sócrates vai dar muito que falar. Eu espero que sim e que seja sempre pelas melhores razões.
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