FERNANDA BOTELHOIndesculpavelmente deixei passar em branco as palavras breves de
Fernanda Botelho ao
Público, num dia destes, a propósito do seu último livro
Gritos da Minha Dança (Ed. Presença). Não tanto por essas palavras em jeito de entrevista, porém mais pela delicadeza escorreita e irónica de Fernanda Botelho, injusta e imerecidamente menos lida- segundo julgo - do que muitas dessas galinhas e galos com penas na mão que vendem desalmadamente livros
ultra light. A Botelho, sendo de todos os tempos, é, nos dias que correm, uma personagem de outros e mais sustentados tempos. Ainda é prima de Camilo - daí o Botelho no nome - e vive recolhida ou semi, nas cercanias de Lisboa. Lembro-me bem dela, no meu bairro, não há muitos anos, sempre com uma cesta de vime com que ia às compras. Uma escritora para não esquecer nem confundir com bagatelas.
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