Saltar para: Posts [1], Pesquisa e Arquivos [2]

portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

...

João Gonçalves 6 Ago 03

O PASQUIM II

Há umas semanas atrás, chamei a atenção para a existência de uma folha infecta e mórbida que dá pelo nome de 24 Horas. Tem sempre aquelas sugestivas capas em que alternam loiras, morenas e umas vulgaridades para ler no cabeleireiro ou na sanita. O grave é que, once in a while, lança umas "biscas" contra pessoas sérias. Ele não precisa para nada das minhas palavras nem eu preciso de saber nada da vida dele, muito menos através de pseudo devassas que cheiram a "encomenda". JPP pode ter muitos defeitos, mas escreve bem e é intensamente livre. É natural - e ele fala disso - que lhe seja apresentada uma factura para as eleições europeias do ano que vem e que, por portas e travessas, se vá adubando o caminho. É a habitual táctica do verme.

...

João Gonçalves 6 Ago 03

A MARCA

Houve tempos em que Portugal era conhecido por "dar novos mundos ao Mundo". Descobriram-se umas coisas, colocaram-se uns padrões e uns canhões, para lá foi a populaça esperançosa e ávida, prosperaram os negócios, etc, etc, até à conhecida debandada final. Porém, e quando menos se espera, eis que somos de novo e efemeramente famosos, desta feita pelas piores razões. A história começa assim: a onda de calor que assola a Europa tem marca portuguesa...

...

João Gonçalves 6 Ago 03

INSUSTENTÁVEL LEVEZA

Face à tragédia de fogo que continua a fustigar o País, toda a gente já percebeu que as entidades ditas responsáveis, desde a "coordenação" que não existe, até aos presidentes e vice-presidentes disto e daquilo, terão que sair oportunamente dos cargos que ocupam, demitidos ou pelo seu próprio pé. Ao rídiculo das picardias e da troca de mimos entre esses "responsáveis" pela segurança pública dos bens nacionais, soma-se a incompetência e o amadorismo, nos quais se surpreende facilmente a evidência da impreparação generalizada para lidar com uma situação deste tipo. Não basta atirar para as vagas de calor a culpa pela desordem. Ela é bem terrena e bem portuguesa. Hoje são incêndios, amanhã poderão ser quaisquer outras calamidades naturais. Perante este deserto de inocuidades "responsáveis", quem nos protege da sua insustentável leveza?

Pesquisar

Pesquisar no Blog

Últimos comentários

  • João Gonçalves

    Primeiro tem de me explicar o que é isso do “desta...

  • s o s

    obviamente nao é culpa do autor ter sido escolhi...

  • Anónimo

    Estou de acordo. Há questões em que cada macaco se...

  • Felgueiras

    Fui soldado PE 2 turno de 1986, estive na recruta ...

  • Octávio dos Santos

    Então António de Araújo foi afastado do Expresso p...

Os livros

Sobre o autor

foto do autor