OUTRO SINALHá uns dias, todos os Chefes do Exército pós-25 de Novembro, entre os quais se inclui o primeiro Chefe de Estado democraticamente eleito depois de Abril de 1974, fizeram sentir ao poder que a relação da "política democrática" com as suas forças armadas não anda famosa. Agora,
outro antigo Chefe de Estado, dirigindo-se ao actual Comandante Supremo das Forças Armadas e seu sucessor, bem como ao Chefe do Governo, não pôde ter sido mais claro e sucinto, porventura, até, cáustico. A "política democrática" não é uma feira de vaidades e, mesmo levando em conta o País a que pertencem, as forças armadas não são um conjunto de meros soldadinhos de chumbo para pôr e tirar da prateleira quando apetece brincar. A "política democrática", para ser respeitada, deve dar-se ao respeito, uma coisa que o "povão", o tal dos mercados, gosta. O voto legitima uma "política", mas não defende ninguém do seu carácter e da sua íntima natureza. O sentido republicano e probo do exercício das funções públicas, deve ser exigente em matéria de carácter e de ética. Quem não quer perceber isto, que meta rapidamente explicador antes que seja tarde.
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