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portugal dos pequeninos

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CRIMINALIDADES

João Gonçalves 21 Ago 08

Pelo andar da carruagem, a tropa vai acabar por ter de ir para a rua, como ordenou Berlusconi em Itália. Parece que as polícias não chegam. Rui Pereira não chega, de certeza.

12 comentários

De Anónimo a 21.08.2008 às 23:17

O país já não suporta mais criminosos, bandidos e corruptos, está mesmo a rebentar pelas costuras, já foram dadas todas as oportunidades a esta gente inqualificável para se reentegrarem nesta sociedade, mas
de facto não vale apena. Quando os
apanharem não os soltem no dia seguinte, façam como os talibãs(pendurem-nos nas traves das balizas de futebol). Esta gente
apenas espalha o medo e terror nesta sociedade, esta gente não
presta, acabem com a escumalha de uma vez por todas ou então deêm
a conhecer á sociedade quem é esta gente para nós estarmos prevenidos em vez de mostrarem os polícias...

De José a 22.08.2008 às 00:56

Continuem a vota nesta corja...
E já agora , parabéns ao homúnculo que pariu o actual Código Penal e à carneirada que o aprovou...

De Anónimo a 22.08.2008 às 01:21

O presidente da República, em vez de se preocupar com os divórcios, deveria proclamar o estado de sítio e assumir as responsabilidades que o seu lugar lhe impõe.

A frequência e a violência da criminalidade exige a adopção de medidas excepcionais, se necessária a suspensão das garantias constitucionais e a mobilização das Forças Armadas.

Não é mais possível que os juízes continuem a libertar criminosos confessos com termo de identidade e residência.

Os assassinos cujos crimes sejam inequivocamente provados devem ser executados na praça pública.

A onda de violência não é exclusiva de Portugal mas está a fazer-se sentir no nosso país de uma forma inusitada. Talvez, a bem da segurança da Europa, seja necessário restabelecer, pelo menos provisoriamente, as fronteiras nacionais.

Há que investir mais na polícia. Acabem-se os subsídios desnecessários (quantos milhões se gastam com o futebol?) e coloquem-se os polícias na rua. E também os militares com toda a sua logística.

E tomem-se estas medidas enquanto é tempo, pois mais tarde poderá ser demasiado tarde.

Fica o aviso!

De Anónimo a 22.08.2008 às 01:50

Não aconteceu em Portugal mas é na mesma um video elucidativo.
Assalto,com agressão fisica, a uma mulher idosa num elevador
http://www.wnbc.com/news/17225295/detail.html?dl=mainclick

De excrente a 22.08.2008 às 02:27

O presidente do COP, devido aos maus resultados, 'resolveu' sair de cena.

O Évora 'levantou' o estandarte nacional no reino do olimpo ... e Vicente Moura já não sai.

Vicente Moura é, genuínamente, um português de "elevada" estatura moral, como os lusitanos que nos prometem uma vida melhor e nos oferecem montanhas de dificuldades.

No mínimo, Vicente Moura está 'pertinho' do português bandalho que dá o dito por não dito, conforme sopra o vento.

A falta de ética, a falta de vergonha, de respeito, de honra ... também são CRIMINALIDADES e, segundo creio, ainda não são 'actividades' olímpicas e, assim, Vicente Moura não devia estar em Pequim.

Também, ser bandalho num país de bandalheira ... não está em desacordo.

De joão santos a 22.08.2008 às 09:21

E ainda vem o Bloco de Esquerda, através do Prof. Rosas, dizer que a GNR não sabe usar armas de fogo! Tratem é de dar confiança às forças de segurança, ao invés de as desacreditarem. Qualquer analfabeto já percebeu que o crime compensa. Que de uma vez por todas se perceba que a criminalidade apenas é combatível com uma polícia sem receios e tribunais com sensatez para aplicar medidas severas.

De Anónimo a 22.08.2008 às 11:36

O COLARINHO BRANCO , OS CANOS SERRADOS "NACIONALIZADOS" UNIDOS VENCERÃO!

De Anónimo a 22.08.2008 às 12:38

As entidades que poderiam fazer alguma coisa por "isto" já se aperceberam do aumento dos riscos e tomam medidas de carácter pessoal. É vê-los à trela dos guarda-costas, é ver o PR que já nem permite o sobrevôo de aviões sobre a sua residência de férias, o que nunca tinha acontecido até aqui. Pior, já muito mal, está a maralha que não sente segurança em lado nenhum e em qualquer hora do dia, ou da noite. Naturalmente que o remédio não está na multiplicação dos polícias, mas na adequação das lei e dos agentes de segurança à nova situação. É que ste país está a ficar intragável.

De Luis Baptista a 22.08.2008 às 13:36

Acho que está na alltura das tropas, as bem formadas e organizadas irem para a rua, aumentava a estima e segurança e não viamos uma sentido de inutilidade, que é o que elas representam hoje em dia, bons snipers, tiros certeiros e de certeza que o problema da criminalidade estaria resolvido em pouco tempo.

De Cáustico a 22.08.2008 às 16:40

No país sempre existiram uns bípedes avessos ao cumprimento das leis.
Apesar disso, um tal Guterres, socialista de merda, decidiu escancarar as portas do país para facilitar a entrada de todo o bicho careta que nos quisesse vir fazer companhia. Ao tomar tal decisão, este imbecil político não cuidou de estabelecer condições mínimas de entrada, de forma a receber o trigo – os bons que queriam apenas trabalho – e rejeitar o joio – os maus que se dedicavam a toda a espécie de criminalidade.
Querendo passar, aos olhos do mundo, por um menino muito bom, colocou Portugal numa situação crítica donde só sairá com medidas severas.
Com tais facilidades, a escumalha que proliferava no exterior transferiu para cá todas as suas actividades, juntando-se à que já cá existia e a quem passou a ensinar novos métodos de acção, de trabalho.
A espiral do crime é por demais conhecida. Em cada dia que passa multiplicam-se os assaltos, os roubos, os assassínios. Aos assaltos a bancos há que juntar as vigarices dos próprios bancos. Os atropelos contra mulheres e velhos indefesos aumentam numa proporção quase idêntica à dos actos de pedofilia.
Muitos são os delinquentes que as diversas autoridades apanham. Mas os juízes acabam por deixá-los em liberdade.
No entanto, apesar de todo este momento crítico que o país atravessa, há por aí muito patarata político que atenta contra a nossa capacidade de observação e compreensão, afirmando que, no que se refere à criminalidade, estamos melhor que muitos outros países.
Sempre que o crime acontece, surge, de imediato, a campanha de desinformação. O imbecil político que tem o pelouro de primeiro-ministro, com acompanhamento quase sempre do pobre de Cristo que em tão má hora colocaram na pasta da Administração Interna, apressam-se a afirmar que o país está bem. Nada há fazer enquanto não aparecer um maluco que lhes meta o focinho dentro. Quando tal acontecer mudarão de opinião e começarão actuar como deve ser.
E os tristes espectáculos que temos actualmente no nosso país só terminarão quando a corja que tem assento na Assembleia da República, mas que estuporada república, passar a trabalhar na feitura das leis que são imprescindíveis, severas mas justas, que não poupem ninguém, mesmo que possam incomodar uns senhores pseudo importantes ou a cambada do anti-racismo e da Amnistia Internacional.
Façam-se leis que impeçam os juízes, o Ministério Público ou qualquer ministro de defender criminosos e punir autoridades. Que não se castigue uma autoridade porque mandou para o cemitério um bandido apanhado em flagrante delito ou que estava a fugir.
Há que estabelecer que todo o criminoso, mesmo de colarinho branco, que fuja, está sujeito a punição, que até pode ser a perda da vida; que será agravada para o dobro do tempo a pena que tiver sido aplicada a um delinquente, qualquer que ele seja, que fugir durante o seu cumprimento, não lhe aproveitando o tempo já cumprido.

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