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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

TUDO É POSSÍVEL

João Gonçalves 27 Mai 10


Parece que as "escutas" de um daqueles afamados processos que estão permanentemente em "banho maria", foram juntas a um outro processo qualquer. Isto quando ainda não tinham tirado aos tribunais a água refrigerada para pouparem uns trocos. Mais tarde ou mais cedo hão-de aparecer em locais mais adequados aos protagonistas das ditas "escutas" tais como a feira da ladra ou a das camisas Lacoste, em Carcavelos. Ao mesmo tempo, o senhor conselheiro Pinto Monteiro, venerando PGR, veio sossegar a pátria garantindo que "Portugal não é um país de corruptos" o que talvez justifique tanta coisa em "banho maria" por manifesta inutilidade "prévia" da lide. Neste país em diminutivo, já tudo é possível.

12 comentários

De Anónimo a 27.05.2010 às 16:49

Devia ser obrigatória a difusão dessas conversetas entre amigos. Todos os dias um bocadinho. Antes dos noticiários das 20, em vez da publicidade do pingo-doce.

Ass.: Besta Imunda

De José Pedro a 27.05.2010 às 16:54

Só uma coisa, lateral:
Eu sou advogado. Trabalho em Braga e já me desloquei a dezenas de Tribunais em todo o país. NUNCA vi um com água refrigerada. Não digo que não existem (devem ser os novíssimos do campus da capital)mas quem viu a notícia fica com a ideia que os funcionários judiciais são uns lordes que até água fresquinha bebem à custa do parolo...

De Anónimo a 27.05.2010 às 17:04

De longe, Pinto Monteiro foi a melhor nomeação de todos os tempos para o PS. Tudo perfeitinho.

De Merkwürdigliebe a 27.05.2010 às 17:10

Não é um país de corruptos, não senhor, haja termos que ainda não chegámos à Venezuela (embora não por falta de esforço). Talvez um país de sanguessugas, chulos, vampiros, vigaristas? Mas de corruptos nem pensar.
Sim nas feiras portuguesas, tão "very typical" como diria Vilhena, mas aí a ASAE entrava em acção com os coletes à prova de bala para "sanear" as bancas dos dvd e k7 piratas, entre o dvd com o tal vídeo incriminatório do premier do caso Freeport, as escutas ao Ferro Rodrigues, António Costa e Pedroso com as pressões aos magistrados do processo Casa Pia, e quem sabe, até o snuff film do casal da Lady Macbeth Maccann. É sempre mais fácil e preferível a internet para escapar a regimes totalitários (que o digam Iranianos e companhia) e sempre dá para fazer colecção, como com as escutas ao Pinto da Cuósta no Apito Dourado, em que milhares de portugueses descobriram o iútúbe.

De Anónimo a 27.05.2010 às 18:11

Pois não. Não é...
Mas que os há... há!

De Merkwürdigliebe a 27.05.2010 às 18:50

Obviamente que a Forbes e a "direita reaccionária" do The Guardian não compreendem nada, se a marioneta socialista diz é porque é assim e acabou.

http://www.guardian.co.uk/news/datablog/2009/nov/17/corruption-index-transparency-international

Ultrapassado por países com a pesada herança da "longa noite fascista" como a Estónia, a Eslovénia, o Chipre e o Uruguai. E já seguido de perto por potências do 1º mundo como o Porto Rico, o Botswana e Taiwan, é apenas mais um exemplo da cabala e campanha negra contra o partido do governo de sua eminência o glorioso premier.

De Mani Pulite a 27.05.2010 às 19:27

OS PORTUGUESES NÃO SÃO CORRUPTOS,NÃO SENHOR.EM PORTUGAL CORRUPTOS SÓ MESMO E EXCLUSIVAMENTE OS PINTOS E AS GALINHAS QUE OS PUSERAM.POR ISSO MESMO, E MUITO EM PARTICULAR, TODOS OS AVIÁRIOS LOCALIZADOS ENTRE SÃO BENTO E O RATO DEVEM SER DE IMEDIATO DESINFECTADOS.

De Scaramouche a 27.05.2010 às 20:35

O sr. Pinto Monteiro está a sair-me uma peça!!!
Pensa o homem que o crime desaparece por decreto.
Quando é que este homem acorda para a realidade, e aproveita para ir gozar umas férias para bem longe!
Cps

De Anónimo a 27.05.2010 às 22:33

Respeitinho, Dr. Gonçalves. Respeitinho.

De Anónimo a 28.05.2010 às 01:25

Vasco Graça Moura (DN)

"Não se percebe muito bem o que se passa. Não são apresentadas justificações transparentes para a condução dos trabalhos nessa perspectiva. Mas parece que o que se passa é o seguinte: o apuramento da verdade deixa de depender de quaisquer regras e circunstâncias objectivas, ficando antes, ou sendo antes manipulado, ao sabor de conveniências políticas aberrantes ou de outras conveniências ainda mais discutíveis.

Será normal que a comissão de inquérito acabe por não tomar conhecimento de elementos disponibilizados por instâncias judiciais, sendo é certo que essas instâncias garantem a legalidade da obtenção e utilização desses mesmos elementos?

Que singular entendimento estará a ocorrer entre sectores da maioria e sectores da oposição para que seja assim? Acaso haverá afinal alguma entente cordiale entre o Opus Dei, a Maçonaria e outras bizarras capelas da nossa praça, para que se defina nesse plano o que convém que se saiba e o que não convém que se saiba? É para essas afinações e uníssonos sub-reptícios que serve o Parlamento? É para lançar o descrédito sobre si mesmo? E foi para isso e para fazer de nós parvos que se decidiu criar a comissão?"

ah

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