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portugal dos pequeninos

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EU TAMBÉM NÃO

João Gonçalves 20 Abr 09


«Não creio que os portugueses tivessem escolhido este presidente na expectativa de o poder ver assistir, calado, ao país a arder.»

J.M. Ferreira de Almeida,4ª República

17 comentários

De Anónimo a 20.04.2009 às 18:02

ao que parece o discurso fez avultados estragos a nível do pm.
a anedota do fisco raciocina com infima parte do lado esquerdo do cérebro.
o monstro parece um peixe balão : veneno e cu de vento.
aguarda-se a malafemmena.
querem matar o mensageiro

radical livre

De Arroios a 20.04.2009 às 18:08

Lê-se e não se acredita. No editorial de hoje do "Diário Económico", o autor do texto vem recomendar ao PR que deve estar calado para não prejudicar Sócrates, o Governo e o PS quando se apoximam eleições. Durante os últimos quatro anos, os socialistas não fizarem outra coisa que não fosse enganar os portugueses, degradar as instituições e colocar o país na miséria e, obviamente, preparam-se para continuar a enganá-los nas campanhas eleitorais. Ora, o "Diário Económico", que contribui todos os dias para a mistificação socialista, quer que o PR seja cúmplice da mentira do Governo PS. Era o que faltava! Já chega de arrogância socialista, que atropela tudo e todos.

De garganta funda.... a 20.04.2009 às 18:15

O Presidente da República, sendo o mais alto Magistrado da Nação, não pode contemporizar com a degradação crescente da nossa vida social, económica e cívica.

O país está a saque e muitos orgãos e funções do Estado foram "raptados" por uma nomenklatura que vai protegendo-se entre si e simultâneamente explora os cidadãos comuns até à "quinta casa" com tributos, coimas e outros expedientes orçamentais próprios da Idade Média e que têm como objectivo alimentar o insaciável monstro da "coisa pública" a que o poder apelida imprópriamente de "estado social".

De todos os poderes em presença - legislativo, executivo e judicial - resta só um orgão e uma personalidade que emerge deste pântano.

Esse orgão é o Presidente da República e cada vez mais o Povo Português e a Nação na sua acepção mais abrangente espera deste orgão a vigilância necessária, a palavra certa e a acção enérgica, antes que Portugal caia numa "guerra civil".

Não é exagerado falar-se em "guerra civil", pois há muito tempo esta governação e alguns poderes que estão em obediência hierárquica a esta (politica e partidáriamente falando) empreenderam uma guerra sem quartel contra a maioria dos portugueses, retirando-lhes direitos e obstaculizando a sua cidadania, como é o caso do vergonhosos aumentos das custas judiciais.

Nesta "guerra civil" que está em curso - e que começou a pôr continentais contra madeirenses; pais contra professores; doentes contra médicos; trabalhadores em geral contra funcionários públicos,etc - há que saber de que lado estamos da barricada.

Os tempos não estão para insonsos consensos ou "plataformas de entendimento".

É tempo de separar as águas...

De joshua a 20.04.2009 às 18:21

O Perigo da Mentira, capaz de engolir Portugal com o sorriso escarnino do costume, tem de ser afrontado a Bem e a Mal. Mentir elevado à Política não é uma fatalidade: é gravíssimo num País remetido à mais Terrível Pobreza.

Cavaco falou! Isso desafogou só um pouquinho os que sofrem todos os dias o escândalo grosseiro da Ampla Mistificação Socialista.

De Anónimo a 20.04.2009 às 18:47

Muito quieto e calado tem estado Cavaco... Fosse outro e já tinha corrido com este energúmeno. Mesmo arriscando... Às vezes é preciso arriscar.

PC

De Pombal a 20.04.2009 às 18:53

Os socialistas queriam um Presidente domesticado, mas a sorte deles é que este não lhes aplicou o critério Sampaio. Se o tivesse feito, há muito tempo que lá não estavam. Tivessem governado bem, coisa que não fizeram e, por isso, recorrem à mentira para fazer crer o que não foi feito ou não existe. Queriam que o Presidente entrasse no jogo das falsidades e fizesse de conta que estava tudo bem. 35 anos depois do 25 de Abril, os socialistas colocaram-nos na pior situação possível e querem que andemos contentes com eles... Vamos ter de penar muito para que Portugal recupere dos estragos que o PS provocou.

De Jacinto a 20.04.2009 às 18:56

Perdoem-me a preunção, mas parece-me que o PR não disse o essencial - que isto já não é um governo, mas sim um caso de polícia.

De Miguel Neto a 20.04.2009 às 19:11

E eu também não. Fico é na expectativa de ver se na prática há aplicação para a lei da "moeda boa que expulsa a má moeda". E para ver qual é, para os portugueses, a má moeda.

De acordo com essa escolha, teremos o destino que merecermos.

De javali a 20.04.2009 às 19:36

«Não creio que os portugueses tivessem escolhido este presidente na expectativa de o poder ver assistir, calado, ao país a arder.» ... E falar serve para quê? Vai mudar alguma coisa?

De Anónimo a 20.04.2009 às 19:50

O Presidente falou, mas tarde, muito tarde. Há muito que, claramente, devia ter separado as águas. Neste momento o Governo dá tudo a todos: às fortunas do BPP, às grandes construtoras com o lançamento de grandes obras públicas, mas também promete ajuda no aumento das pensões, no problema do endividamento por compra de casa, no desemprego, promete, promete, promete, sem cuidar do endividamento, seguindo o princípio "quem vem atrás que feche a porta".
O facto é que, desde muitos anos, ao contrário do que tem acontecido, não parece ter a sua reeleição assegurada.

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