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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

Política e contabilidade

João Gonçalves 4 Dez 13

Passos Coelho, presidente do PSD, foi ao parlamento "homenagear" Sá Carneiro diante de uma plateia que, de uma maneira geral, o homenageado desprezaria do fundo do seu coração político. Como se isso não bastasse, o que se ouviu nas televisões mais parecia destinado aos avaliadores da troika do que a eventuais interessados em recordar o primeiro dirigente de uma maioria de centro-direita em Portugal apenas cinco anos passados sobre a Revolução. Sá Carneiro, bem ou mal, fazia política a sério. Não deve ser confundido com contabilidade de circunstância.

Não é deste mundo

João Gonçalves 4 Dez 13

"Vivemos dias de esperança e de crescente confiança." E de crescente lata, pelos vistos. A menos que não saiba nada de nada da vida das pessoas "normais" e das empresas "normais". O seu precário e pequenino reino definitivamente não é deste mundo.

Depois do "alemão", o fantasma

João Gonçalves 4 Dez 13

Em matéria de secretários de Estado do Governo do "novo (e milagroso) ciclo", a coisa não é famosa. Depois do "alemão-sul-coreano" Maçães (honra lhe seja feita: sempre o ouvi, vi e li a defender estas "posições" sui generis), temos o dr. Joaquim Pedro Cardoso da Costa (junior) que, depois de abrilhantar os salões de Belém, subiu a um andar da Gomes Teixeira onde permanece praticamente incógnito. Como escreve, e pergunta, Feliciano Barreiras Duarte no i, «este Secretario de Estado, em oito meses, não acertou uma decisão. E só tem uma tutela. Até agora só estudou, adiou, cancelou e mais nada. GPTIC, Lojas do Cidadão, quiosques do cidadão e tudo o resto. Anunciar a poucos dias do final do ano que já não abre a loja do Terreiro do Paço é um erro. Afinal ele faz o quê?»

E a vida continua

João Gonçalves 4 Dez 13

Procurei, procurei e não encontrei um "fundo" para o "sucesso" de ontem que consistiu na operação do ginasticado e robusto empurrão (troca, swap) de dívida pública, a vencer por perto, uns anitos mais para a frente. Por "fundo" entendo os que permitiram o "sucesso" e os termos do "sucesso". O Manuel Rodrigues só fez de locutor entusiasmado. É que se, por exemplo, entre estes se encontram a banca nacional ou a segurança social, o "sucesso" tem forçosamente outra leitura e outros efeitos. Mas pelos vistos ninguém está interessado em buscar o "fundo" às questões ditas institucionais. Basta uma palavra mágica ou um número mágico - na circunstância "sucesso"  e mais de 6 mil milhões -, a complacência preguiçosa dos media (excepção feita a Constança Cunha e Sá na tvi24) e a "garantia" de que ainda há muita gente para "abater" social, moral e profissionalmente, e a vida continua.

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