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portugal dos pequeninos

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Grandeza

João Gonçalves 7 Set 13

 

Verdi, Otello. Vickers, Freni. Herbert von Karajan

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Obviamente

João Gonçalves 7 Set 13

 

O dr. Lima iniciou a vertente "diplomática" do seu múnus ministerial por Angola e Moçambique. Nunca tive a menor dúvida, pelo menos em relação à primeira, que assim seria depois de uma anterior presença em Luanda, mais discreta e "civil", ao lado do seu amigo, e então MNE, dr. Portas. E congratulo-me por alguém seguramente bem mais apetrechado na matéria do que eu ter reparado na coisa. Escreve Manuel Ennes Ferreira, professor no ISEG, no suplemento de economia do  Expresso, a propósito de uma entrevista que o dr. Lima concedeu ao Jornal de Angola: «Pires de Lima afirma que "nós temos várias empresas portuguesas com projectos de investimentos importantes aqui em Angola e que querem desenvolver os sectores agroalimentar e das bebidas (nota minha:uau!). O facto de muitas delas já terem constituído parcerias com empresas angolanas, de acordo com as regras do Estado angolano, já é um mecanismo determinante para a concretização dos negócios". Contudo, nem todos os empresários e empresas têm a mesma sorte. Veja-se o próprio ministro que até à altura em que foi nomeado era o presidente da Unicer, empresa esta que desesperadamente há anos tenta concretizar o sonho de abrir uma unidade industrial cervejeira e que já desespera por isso. Aliás, é ver as declarações do próprio e ao longo dos últimos anos sobre o arrastar deste dossier. Ora bem. Com a criação do tal observatório dos ministérios da Economia dos dois países mais a perspectiva da realização da primeira cimeira a nível dos executivos para fins de Outubro, só resta aguardar por um desenlace positivo do caso da Unicer. Neste caso seria obviamente coincidência o ex-presidente da empresa portuguesa ter passado a ser ministro da Economia.» Obviamente.

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O pós-passismo

João Gonçalves 7 Set 13

 

No fundo, tal como algumas venerandas cabeças tremelicam de alegria com a "perspectiva" do pós-troika (uma coisa que, tirando umas luminárias normalmente fechadas em conferências e colóquios esotéricos, ninguém sabe ao certo o que é), o que o eng. Ângelo sugere é o pós-passismo. E, sim, talvez não seja má ideia a Direita começar rapidamente a pensar no pós-passismo.

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