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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

O breviário autárquico

João Gonçalves 13 Ago 13

 

O que se passa com a "interpretação" da lei de limitação de mandatos autárquicos é mais digno da Nigéria, salvo o devido respeito, do que de uma democracia que enche a boca com a sua maioridade. Mas os tribunais não têm a menor culpa nisto. Se as coisas chegaram ao ridículo em curso, ao parlamento devemos agradecer. E ao princípio do domínio de umas dezenas de pessoas sobre as autarquias onde alguns manifestos analfabetos funcionais e outros simples se "profissionalizaram". Uma eleição destas, afinal não livre como afirmou a Ana Sá Lopes na antena1, reclama que pessoas de bem, no mínimo, se abstenham de participar, com o seu voto, numa farsa digna dos anos 70 e 80 latino-americanos. E o breviário pode perfeitamente ficar a cargo do estimável prof. Herrero.

Nada se perde e tudo se transforma

João Gonçalves 13 Ago 13

 

Poiares Maduro decidiu fazer hoje de Pedro Lomba que apareceu mudo e quedo à sua esquerda. Para quê? Parece - só o vejo, não o ouço - que o objectvo do exercício é calibrar o que até aqui não passou de um frívolo desastre político (os briefings) e avançar sem medo para a propaganda pura e dura, a saber, a relativa as fundos, à sua coordenação, programação e distribuição o que, apesar da época estival em curso, é sempre música bonita para os ouvidos de alguma rapaziada regimental. É como se tivessem içado uma bandeira verde nos ditos briefings  - que se esperam mortos e enterrados em "modo Lomba" como a inopinada matéria que invadiu o mar em Quarteira - e, por tabela, na "teoria comunicacional" oficial para o "novo ciclo". Que começa. por coincidência, no famoso calçadão de Quarteira daqui a uns dias. A matéria, política ou outra, é mesmo assim: nada se perde e tudo se transforma.

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"Somos poucos"

João Gonçalves 13 Ago 13


Meu caro Vasco, «também Cinatti sofreu enormes incómodos por motivos idênticos, e muito mais graves do que este, por influenciarem a vida de muitos que ele amou como poucos. E ele próprio tem sido abandonado por quem se diz seu admirador e amigo. Não o merecem, bem vos digo: não o merecem de todo.» Porém, Vasco, não esqueça em tempos sombrios dominados por homúnculos, este verso fundamental de Cinatti - "somos poucos mas vale a pena construir cidades e morrer de pé."

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