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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

"UMA HISTÓRIA SIMPLICÍSSIMA"

João Gonçalves 3 Dez 05

Para ler no Pulo do Lobo.

REI LEAR

João Gonçalves 3 Dez 05

Por um blasfemo.

PORTUGAL "DOS GRANDES"

João Gonçalves 3 Dez 05


"Não é possível escrever uma biografia de Cunhal sem ao mesmo tempo interpretar a história do PCP e, no seu sentido mais lato, da oposição ao regime ditatorial. Como, quer a história do PCP, quer a história da oposição, estão em grande parte por fazer, nesta biografia formam um contínuo, que, como se vê no que Cunhal fez durante e depois da prisão, eram a sua preocupação principal e a sua razão de viver. Sem essa história, Cunhal não pode ser "explicado" na sua biografia política."

Da Nota Introdutória ao 3º volume de Álvaro Cunhal, uma biografia política - O Prisioneiro, de José Pacheco Pereira (Temas e Debates, 2005)

SIGAMOS EM FRENTE

João Gonçalves 3 Dez 05

Subsiste nesta campanha tagarela a obsessão pelo passado. Toda a gente se dedica a relambórios sobre os desempenhos de alguns candidatos em cargos que exerceram. Os mais expostos a este ritual são Soares e Cavaco. Soares, por ter sido o inconfundível primeiro-ministro que "não lia dossiês" e o chefe do nefando "bloco central". Cavaco, por ter sido ele mesmo. Num caso como no outro, o analfabetismo genérico das "críticas" suplanta a necessária objectividade. Independentemente disso, importa relembrar que ambos foram julgados politicamente por esses desempenhos. Soares, no final dos anos setenta, perdeu primeiro para Eanes e, depois, para Sá Carneiro, nas eleições de 79 e 80. E em 85, depois de um "bloco central" mal julgado, perdeu para Cavaco por interposto Almeida Santos. Cavaco esteve dez anos a fio, com dois reforços maioritários pelo meio. Em 95, terminado o mandato, saiu e passou "a bola" a Fernando Nogueira que não resistiu ao charme sorridente de Guterres. Mesmo assim, achou-se na obrigação de ir a votos nas presidenciais contra Sampaio. Pelo meio e a fazer contas, está Manuel Alegre que, apesar de andar "nisto" há mais de trinta anos, quer aparecer aos olhos dos incautos como uma impoluta vestal política. Em suma, as contas de Soares e de Cavaco, em determinadas matérias, estão devidamente saldadas. Sigamos em frente.

LER

João Gonçalves 3 Dez 05

No Da Literatura, "Foi você que pediu um dr.?"

"NÃO SOU DONO"

João Gonçalves 3 Dez 05

"Aceito a vontade dos portugueses. Tenho sido um candidato que nunca disse que ia ganhar as eleições. Coloco tudo isso na mão dos portugueses. Só antigamente alguém dizia: ‘Vou ganhar as eleições!’ Agora, em democracia, ninguém sabe o resultado eleitoral a não ser no dia das eleições e eu respeito os eleitores. Portanto, só no dia 22 de Janeiro, do próximo ano é que vamos saber quem é o próximo Presidente da República. Não sou dono dos votos dos portugueses."

Cavaco Silva, RTP, 2.12.05

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