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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

"IDEIAS"...

João Gonçalves 12 Nov 05

... fantásticas de João Miranda para "livros do Saramago" e para "desígnios nacionais". "Num país em que ninguém morre Soares alterna com Sampaio na presidência" Ou "quem se preocupa com o défice é salazarista".

"VOCÊ TAMBÉM PODE SER ESCRITOR?"

João Gonçalves 12 Nov 05

Discute-se, com evidente interesse nacional, a circunstância de o próximo chefe de Estado dever ser um "humanista", conhecedor de literatura, história e filosofia - não necessariamente por esta ordem -, por contraposição aos "economistas" e adjacentes, manifestos subprodutos das "ciências humanas" (tem graça, quando eu andei na Universidade Católica, frequentava a então Faculdade de Ciências Humanas onde "cabiam" o direito, a economia e a gestão de empresas) e claramente ineptos para a função. O João Pedro George, porventura inspirado por esta transcendente questão, foi ao Jornal de Letras dos remotos anos oitenta buscar este "inquérito" subordinado ao tema "você também pode ser escritor?". Mesmo que não se considere um "humanista", responda. Pode ter uma surpresa.

LER...

João Gonçalves 12 Nov 05

... este post de Paulo Pinto Mascarenhas.

CADA DIA QUE PASSA

João Gonçalves 12 Nov 05

Existem dois grandes adversários [para Cavaco Silva]- os verdadeiros - a vencer nestas eleições: o triunfalismo e a abstenção. O primeiro, induzido pelas "sondagens", "comentadores" e outros "estudos de opinião", combate-se dizendo às pessoas que os votos não estão nem nas "sondagens", nem nos "estudos de opinião" e, muito menos, são atribuidos pelos "comentadores". A segunda, a abstenção, significa resistir ao "canto da sereia" de que "já está tudo decidido" e que, por consequência, "não vale a pena". Vale. Não nos resignemos perante evidências virtuais. Não está nada decidido para sempre. Tudo vai sendo decidido cada dia que passa.

In Pulo do Lobo

UM DESAFIO

João Gonçalves 12 Nov 05

Decorre hoje, em Lisboa, uma "manifestação" politicamente incorrecta. Ao contrário das últimas, esta não pretende derrubar governos, proclamar direitos, berrar diferenças ou pura e simplesmente exibir rotinas proclamatórias. Encher as ruas de Lisboa com milhares de pessoas unidas pela imagem de Fátima e pela fé na Luz, na pequenina mas revigorante Luz que teima em iluminar os corações mais incrédulos, é, de facto, um desafio. A ignorância atrevida de alguns verá nisto a evidência do mais perigoso reaccionarismo. A esses felizes "iluminados" respondo sempre com a palavra cosmopolita e livre de João Paulo II que não me canso de repetir aqui: "não tenhais medo, abri o vosso coração a Cristo". E, também a pensar neles, desafio à leitura de um livrinho de Joseph Ratzinger, editado pela novíssima Aletheia, A Europa de Bento na Crise de Culturas. "A tentativa, levada ao extremo, de modelar as coisas humanas prescindindo completamente de Deus, conduz-nos cada vez mais para o abismo, para o total esquecimento do homem. Deveríamos então inverter o axioma dos iluministas e dizer: mesmo aqueles que não conseguem encontrar o caminho da aceitação de Deus deveriam procurar viver e orientar a sua vida "veluti si Deus daretur", como se Deus existisse. É este o conselho que já Pascal dava aos amigos não crentes; é o conceito que gostaríamos de dar também hoje aos nossos amigos que não acreditam. Assim ninguém fica limitado na sua liberdade, mas todas as nossas coisas encontram o apoio e o critério de que têm urgente necessidade. Aquilo de que mais precisamos neste momento da história é de homens que, por meio de uma fé iluminada e vivida, tornem Deus credível neste mundo. O testemunho negativo de cristãos que falavam de Deus e viviam contra Ele ensombrou a imagem de Deus e abriu a porta à incredulidade. Precisamos de homens que mantenham o olhar voltado para Deus e aí aprendam a verdadeira humanidade. Temos necessidade de homens cujo intelecto seja iluminado pela luz de Deus e aos quais Deus abra o coração de modo a que o seu intelecto possa falar ao intelecto dos outros e os seu coração possa abrir o coração dos outros. Só através de homens tocados por Deus, Deus pode voltar para junto dos homens."

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