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portugal dos pequeninos

Um blog de João Gonçalves MENU

UM "INDEPENDENTE" EM LISBOA

João Gonçalves 5 Mai 05

Acabo de ver na SIC Notícias o "lançamento" da "candidatura independente" do advogado Sá Fernandes à Câmara Municipal de Lisboa. Vejo-o rodeado de pessoas que estimo, como Ribeiro Telles ou António Barreto. Eu percebo que eles não gostem de Manuel Maria Carrilho. Só não percebo o frete que estão a fazer a Carmona Rodrigues, o verdadeiro "ausente-presente" da sessão. Consta que, por fim, Sá Fernandes será o candidato do Bloco de Esquerda. E, quanto ao PC, já sabemos que tem o excelente Ruben de Carvalho para exibir. Tudo somado, o vice de Santana Lopes não podia ter melhor "comissão de honra" sem sequer precisar de ter uma dele.

O ABRUPTO...

João Gonçalves 5 Mai 05

...comemora dois anos de existência. Entre o dia 5 e o dia 7, segundo José Pacheco Pereira, o blogue tem direito a "número especial". O destaque que entendo dever dar ao Abrupto prende-se com a circunstância de, através dele, eu ter entrado na blogosfera há quase dois anos também. E por causa dele, ter "construído" este modestíssimo "Portugal dos Pequeninos". A "história" destes arrepiantes e vorazes dois anos está, de alguma maneira, retratada no Abrupto. É naturalmente uma visão dela, mas é certamente uma das mais estimulantes. E constitui igualmente a "história" de um percurso político crítico que, ao contrário de mim, manteve as "ligações" primordiais. Um dia - espera-se - tudo isso virará livro. Depois há o "tom" que já vinha precisamente de livros como "O nome e a coisa", "Desesperada Esperança" ou "Vai Pensamento", com muita coisa para lá da pura "política". O cosmopolitismo intelectual de Pacheco Pereira e o seu feroz apego à liberdade valem este blogue e valem seguramente mais livros. Força e parabéns.

LER OS OUTROS

João Gonçalves 5 Mai 05

Na Grande Loja, "A apagada e vil tristeza do fado". No Jumento, "Modernizar o Estado - Os Edifícios". No Causa Nossa, "Cenário Preocupante". Cada qual a seu jeito, estes artigos denunciam o eterno "deixa-estar-como-está-para-ver-como-é-que-fica" de que falava Ruben A. na sua magnífica "Torre de Barbela", essa extraordinária alegoria do horrível histórico "ser português". As boas intenções e os bons sentimentos não nos salvam de nós próprios. Sempre assim foi no passado, assim é agora e, com a graça de Deus, continuará a ser no futuro. Desenganem-se: não temos remédio.

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