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portugal dos pequeninos

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UMA SUGESTÃO

João Gonçalves 12 Jan 05

Always Look on the Bright Side of Life

Some things in life are bad,
They can really make you mad,
Other things just make you swear and curse,
When you're chewing life's gristle,
Don't grumble,
Give a whistle
And this'll help things turn out for the best.
And...

Always look on the bright side of life.
[whistle]
Always look on the light side of life.
[whistle]

If life seems jolly rotten,
There's something you've forgotten,
And that's to laugh and smile and dance and sing.
When you're feeling in the dumps,
Don't be silly chumps.
Just purse your lips and whistle.
That's the thing.
And...

Always look on the bright side of life.
[whistle]
Always look on the right side of life,
[whistle]

For life is quite absurd
And death's the final word.
You must always face the curtain with a bow.
Forget about your sin.
Give the audience a grin.
Enjoy it. It's your last chance, anyhow.
So,...

Always look on the bright side of death,
[whistle]
Just before you draw your terminal breath.
[whistle]

Life's a piece of shit,
When you look at it.
Life's a laugh and death's a joke it's true.
You'll see it's all a show.
Keep 'em laughing as you go.
Just remember that the last laugh is on you.
And...

Always look on the bright side of life.
Always look on the right side of life.
[whistle]

Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]
Always look on the bright side of life!
[whistle]


(Monty Python's Life of Brian)

MERGULHOS

João Gonçalves 12 Jan 05

Vou começar a tomar a minha modesta dose de anti-depressivos. Não apenas para me suportar a mim próprio, mas sobretudo para aguentar a privação. Refiro-me à privação do sentimento de infinita comicidade que me provoca este estertor governativo. O país, se conseguir chegar a um patamar mínimo de normalidade depois das eleições, ainda vai recordar com moderado gozo o contínuo espectáculo propiciado por esta estranha gente. A coisa conseguiu chegar ao nível do "Estado e da Presidência". O soturno Morais Sarmento convocou uma soturna conferência de imprensa, às tantas da noite, para avisar a nação que tinha posto o seu glorioso cargo à disposição do primeiro-ministro por causa do incidente tropical. Lopes manteve em Sarmento uma confiança que verdadeiramente nunca chegou a ter, apesar de "incomodado". Embotado e grave, Sarmento contou em minutos a história da sua pequena vaidade. Não perdeu tempo com detalhes "mesquinhos" nem com "mercearia". Foram três anos bem medidos "a bem da Nação" e que não podem ser postos em causa por um aluguer de um avião, uma conta de hotel ou mesmo por um pacífico mergulho. Se a sua "central de informação" tivesse avançado, talvez Sarmento dispusesse agora de um "departamento do ridículo" que ajudasse a evitar cenas como esta. Sarmento, o taumaturgo da maioria, não resistiu a frequentar a frívola polémica. De uma penada, conseguiu desfazer a imagem tão laboriosamente construída de "grande pensador". E Santana Lopes, o vago timoneiro desta "nave de loucos", bem pode bramir "contra ventos e marés". Todos eles acabam a mergulhar cada vez mais fundo e cada vez mais para o fundo.

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